quarta-feira, 30 de junho de 2010

Viajar

Como falei anteriormente, preciso viajar a trabalho. Irei num evento em Brasília.
Gente viajar dá muito trabalho, são muitos os preparativos, principalmente para quem tem filhos, temos que pensar em cada detalhe antes de partir e deixar tudo preparado ou com as orientações necessárias....
Para além disso, viajar sozinha dá uma sensação de partida, de solidão, traz também uma sensação de insegurança. Estar num lugar onde não conhecemos, onde não somos ninguém e não temos referência, traz a tona toda a fragilidade que possuímos... Mas também tem seu lado bom, nos força a ser forte, tomar decisões rápidas, ser mais cuidadosa......Confesso que já estou sentindo falta do abraço dos meus babs, da proteção do meu marido, da segurança da minha casa...bom  "é preciso saber viver" não é?!
Então...
Brasília, aí vou eu!
Viajo amanhã ás 7:55! Retorno sexta á noite!
Gente, reza para o avião não cair?
Me deseja sorte?
Então até lá, sábado estou na blogosfera novamente.
Gd beijo

Viajar

Como falei anteriormente, preciso viajar a trabalho. Irei num evento em Brasília.
Gente viajar dá muito trabalho, são muitos os preparativos, principalmente para quem tem filhos, temos que pensar em cada detalhe antes de partir e deixar tudo preparado ou com as orientações necessárias....
Para além disso, viajar sozinha dá uma sensação de partida, de solidão, traz também uma sensação de insegurança. Estar num lugar onde não conhecemos, onde não somos ninguém e não temos referência, traz a tona toda a fragilidade que possuímos... Mas também tem seu lado bom, nos força a ser forte, tomar decisões rápidas, ser mais cuidadosa......Confesso que já estou sentindo falta do abraço dos meus babs, da proteção do meu marido, da segurança da minha casa...bom  "é preciso saber viver" não é?!
Então...
Brasília, aí vou eu!
Viajo amanhã ás 7:55! Retorno sexta á noite!
Gente, reza para o avião não cair?
Me deseja sorte?
Então até lá, sábado estou na blogosfera novamente.
Gd beijo

terça-feira, 29 de junho de 2010

Ser feliz

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
Apesar de todos os desafios,

Incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas


E se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si,

Mas ser capaz de encontrar um oásis



No recôndito da sua alma.

 

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.



É saber falar de si mesmo.



É ter coragem para ouvir um “não”.



É ter segurança para receber uma crítica,



Mesmo que injusta.

 

Pedras no caminho?


Guardo todas, um dia vou


Construir um castelo ...

 

Fernando Pessoa

Ser feliz

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
Apesar de todos os desafios,

Incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas


E se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si,

Mas ser capaz de encontrar um oásis



No recôndito da sua alma.

 

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.



É saber falar de si mesmo.



É ter coragem para ouvir um “não”.



É ter segurança para receber uma crítica,



Mesmo que injusta.

 

Pedras no caminho?


Guardo todas, um dia vou


Construir um castelo ...

 

Fernando Pessoa

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Preocupada

 
Viram o jogo? Nossa! Torci muito, dava cada grito que meu pequeno olhava para mim assustado. Ainda bem que no final deu tudo certo, deu Brasil na cabeça, agora sim começa o mata a mata, será que vamos conseguir chegar na final?
Mas, mudando de assunto, ando meio preocupada. Preciso ir a Brasília a trabalho, numa reunião sobre violência contra crianças e adolescentes. A viagem já é quinta-feira e  estou sofrendo por ter que deixar meus pequenos aos cuidados de terceiros e ainda de favor! Se eu pudesse, não ia nessa viagem, mas como são só dois dias, bola para frente!
Estou com um turbilhão de pensamentos, quando estou assim prefiro deixar Clarice Lispector falar:


O sonho
Sonhe com aquilo que você quer ser,

porque você possui apenas uma vida

e nela só se tem uma chance

de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.

Dificuldades para fazê-la forte.

Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.

Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.A felicidade aparece para aqueles que choram.

Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.

Clarice Lispector
 
Imagem: miuikablogspotcom.blogspot.com
 

Preocupada

 
Viram o jogo? Nossa! Torci muito, dava cada grito que meu pequeno olhava para mim assustado. Ainda bem que no final deu tudo certo, deu Brasil na cabeça, agora sim começa o mata a mata, será que vamos conseguir chegar na final?
Mas, mudando de assunto, ando meio preocupada. Preciso ir a Brasília a trabalho, numa reunião sobre violência contra crianças e adolescentes. A viagem já é quinta-feira e  estou sofrendo por ter que deixar meus pequenos aos cuidados de terceiros e ainda de favor! Se eu pudesse, não ia nessa viagem, mas como são só dois dias, bola para frente!
Estou com um turbilhão de pensamentos, quando estou assim prefiro deixar Clarice Lispector falar:


O sonho
Sonhe com aquilo que você quer ser,

porque você possui apenas uma vida

e nela só se tem uma chance

de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.

Dificuldades para fazê-la forte.

Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.

Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.A felicidade aparece para aqueles que choram.

Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.

Clarice Lispector
 
Imagem: miuikablogspotcom.blogspot.com
 

domingo, 27 de junho de 2010

Sobre mim


Ganhei esse selinho da minha amiga Nilce, a regra é dizer 09 coisas sobre mim indicar 09 blogues;

Sobre Mim,  posso dizer:

1-Estou viciada em blog
2-Amo viajar
3- Depois dos 30 passei a me respeitar mais
4- Adoro doces
5 - Prefiro bijouterias douradas
6- Gosto de fazer ponto de cruz e costurar
7- Sou muito chorona, choro com novela, filme, criança, velho..
8- Não aguento ver criança sofrendo ou sendo maltratada
9- Acho que amo meu marido mais do que deveria..

Meus indicados são:

1- Ly Melo
2- Bebeth
3- Deusa
4- Zé Carlos
5- Elaine
6- Rosa solidão
7- Valéria Russo
8- Crhista Cristal
9- Carmem

Sobre mim


Ganhei esse selinho da minha amiga Nilce, a regra é dizer 09 coisas sobre mim indicar 09 blogues;

Sobre Mim,  posso dizer:

1-Estou viciada em blog
2-Amo viajar
3- Depois dos 30 passei a me respeitar mais
4- Adoro doces
5 - Prefiro bijouterias douradas
6- Gosto de fazer ponto de cruz e costurar
7- Sou muito chorona, choro com novela, filme, criança, velho..
8- Não aguento ver criança sofrendo ou sendo maltratada
9- Acho que amo meu marido mais do que deveria..

Meus indicados são:

1- Ly Melo
2- Bebeth
3- Deusa
4- Zé Carlos
5- Elaine
6- Rosa solidão
7- Valéria Russo
8- Crhista Cristal
9- Carmem

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Doce de figo

Como disse anteriormente, fui para o sítio hoje, para ver a quantas andas a construção da minha "casinha branca de varanda, com quintal e uma janela só para ver o sol nascer", confesso que achei que o pedreiro não adiantou muita coisa, mas como estamos monitorando tudo de longe, de fato fica difícil apressá-lo muito.
Mas no caminho passamos na casa da minha sogra, que é sogra, mas é uma graça. Ela tem um pé de figo que deram os primeiros frutos, me encantei com os frutos e disse que doce de figo era uma delícia.
No retorno do sítio, passamos lá novamente para deixar meu sogro e então tcham, tcham....

É isso mesmo, o doce estava lá prontinho, prontinho!Ela fez o doce para mim! Minha sogra não é uma graça! Amo doce de figo,  me deliciei lá e gulosa que sou, ainda trouxe para casa! Brigadão sogrinha!

Doce de figo

Como disse anteriormente, fui para o sítio hoje, para ver a quantas andas a construção da minha "casinha branca de varanda, com quintal e uma janela só para ver o sol nascer", confesso que achei que o pedreiro não adiantou muita coisa, mas como estamos monitorando tudo de longe, de fato fica difícil apressá-lo muito.
Mas no caminho passamos na casa da minha sogra, que é sogra, mas é uma graça. Ela tem um pé de figo que deram os primeiros frutos, me encantei com os frutos e disse que doce de figo era uma delícia.
No retorno do sítio, passamos lá novamente para deixar meu sogro e então tcham, tcham....

É isso mesmo, o doce estava lá prontinho, prontinho!Ela fez o doce para mim! Minha sogra não é uma graça! Amo doce de figo,  me deliciei lá e gulosa que sou, ainda trouxe para casa! Brigadão sogrinha!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Mudança radical

Sempre racionalizei e disse pelos 4 cantos que sou do asfalto, que preciso do mar e minha profissão é metropolitana. Amo shoping, salão de beleza, dança, mac donalds, então sempre achei que não sobreviveria no campo. Mas como digo, sou um ser em construção!

Nos últimos anos meu marido tem trabalhado exaustivamente, chegou inclusive a ser medicado devido ao stress, ele é operador de equipamentos numa fábrica e trabalha aos sábados, em escalas e muitas vezes no domingo. Cheguei a temer que ele tivesse um colapso!

Eu trabalho o dia todo e deixo meus filhos aos cuidados dos outros, isso sempre me incomodou! Não tenho tempo de ir a reuniões de pais, de levá-los ao médico, de levar minha filha para atividades extras!

Então comecei a me perguntar: que vida é essa? Comecei a achar que meu marido tinha razão, no campo teremos mais tempo para cuidar daquilo que realmente é importante, de nós mesmos e dos nossos filhos.


Em 2008 decidimos! Vamos embora para o campo! Vamos fazer um êxodo rural ao contrário! A partir daí começamos a juntar dinheiro para comprar um sítio! Claro que impus algumas condições:
1- Não podia ser mais de uma hora distante da cidade;
2- Não venderíamos nenhum bem para comprar o sítio;
3-Tinha que render financeiramente o mesmo que ganhamos atualmente
4-Só mudaríamos após ter certeza do retorno financeiro;
Em dezembro de 2009, conseguimos comprar a terra, que está a 01 quilômetro do asfalto, 01 hora e meia do shoping, a meia hora da cidade. A sede do patrimônio tem escola, unidade de saúde, igreja, bar e mercadinho!

Bom, primeira e segunda etapa cumpridas!


Aqui pretendemos fazer tanques de peixe, para cultivar tilápia


      Nesse espaço vamos plantar café, e após as pedras criaremos gado



                 Essa é a entrada da mata, lá dentro tem 01 nascente

Essa é uma das nascentes.

 Amanhã vamos aproveitar a folga por causa do jogo do Brasil e estamos indo para lá ver como está o andamento da construção da casa. Vou tirar muitas fotos para mostrar para vocês. Até lá!

Veja mais no link;  sitivaledosol.blogspot.com



Mudança radical

Sempre racionalizei e disse pelos 4 cantos que sou do asfalto, que preciso do mar e minha profissão é metropolitana. Amo shoping, salão de beleza, dança, mac donalds, então sempre achei que não sobreviveria no campo. Mas como digo, sou um ser em construção!

Nos últimos anos meu marido tem trabalhado exaustivamente, chegou inclusive a ser medicado devido ao stress, ele é operador de equipamentos numa fábrica e trabalha aos sábados, em escalas e muitas vezes no domingo. Cheguei a temer que ele tivesse um colapso!

Eu trabalho o dia todo e deixo meus filhos aos cuidados dos outros, isso sempre me incomodou! Não tenho tempo de ir a reuniões de pais, de levá-los ao médico, de levar minha filha para atividades extras!

Então comecei a me perguntar: que vida é essa? Comecei a achar que meu marido tinha razão, no campo teremos mais tempo para cuidar daquilo que realmente é importante, de nós mesmos e dos nossos filhos.


Em 2008 decidimos! Vamos embora para o campo! Vamos fazer um êxodo rural ao contrário! A partir daí começamos a juntar dinheiro para comprar um sítio! Claro que impus algumas condições:
1- Não podia ser mais de uma hora distante da cidade;
2- Não venderíamos nenhum bem para comprar o sítio;
3-Tinha que render financeiramente o mesmo que ganhamos atualmente
4-Só mudaríamos após ter certeza do retorno financeiro;
Em dezembro de 2009, conseguimos comprar a terra, que está a 01 quilômetro do asfalto, 01 hora e meia do shoping, a meia hora da cidade. A sede do patrimônio tem escola, unidade de saúde, igreja, bar e mercadinho!

Bom, primeira e segunda etapa cumpridas!


Aqui pretendemos fazer tanques de peixe, para cultivar tilápia


      Nesse espaço vamos plantar café, e após as pedras criaremos gado



                 Essa é a entrada da mata, lá dentro tem 01 nascente

Essa é uma das nascentes.

 Amanhã vamos aproveitar a folga por causa do jogo do Brasil e estamos indo para lá ver como está o andamento da construção da casa. Vou tirar muitas fotos para mostrar para vocês. Até lá!

Veja mais no link;  sitivaledosol.blogspot.com



quarta-feira, 23 de junho de 2010

As 11 horas da minha infância

As 11 horas da minha infância

Quando eu era criança
Na minha casa tinha um barranco
Onde minha mãe plantou várias flores
Se chamavam 11 horas, as flores da minha infância!

Eram lindas flores pequeninas, dobradas e vermelhas
Mas não um vermelho qualquer, era um vemelho quase rosa
Era um rosa quase rubro
Rubro como alegria!

Quando eu acordava pela manhã
Ansiosa esperava a hora
De abrir as 11 horas!

Pela manhã acordavam botões
As 11 horas despertavam flores
Formavam um belo tapete
Mas eram muito mais que um enfeite

As 11 horas da minha infância
Me lembram a felicidade
Daquela feliz idadade!

Onde eu corria pelo quintal
Brincava de casinha
Colocava flores em vidrinho de esmalte
Se pendurava pelo varal
Fazia bolo de terra
Apostava corrida com as nuvens
Comia cajá verde
E nada fazia mal

As 11 horas da minha infância
Me lembra barraco de madeira
Pé de siriguela, batata-doce e cana
Mata, cipó e capoeira
Preto-velho, saci-pererê e mula sem cabeça
Banho de chuva, terra molhada
Cabelo na bananeira

As 11 da minha infância
Alegrava uma mãe com 09 filhos
Que possuía força, orgulho e garra!
Que de tristeza às vezes chorava
Mas todos os dias canarolava!

As 11 horas da minha infância
Guarda gosto de doce de mamão verde
Moqueca, galinha a molho pardo, polenta
Fogão a lenha
Passeio na roça, pescaria
Banho no rio Santa Maria

Traz cheiro de avó
Negra velha com lenço na cabeça
Que me dizia sempre:
Vai ser gente na vida, menina!
Disso nunca se esqueça!

As 11 horas da minha infância
Traz presente um grande quintal
Com pé de abacate, ninho de bem-te-vi e perdiz
Onde existia uma casa de madeira
De uma família grande, pobre e feliz!

Ah!
As 11 horas da minha infância
Me lembra músicas de roda
Pés sujos, bandeirinha e queimada
Me lembra que fui, sou e serei amada!

        Gilmara S. Coutinho Wolkartt


Texto: Gilmara S. Coutinho Wolkartt
Imagem: Google imagens

As 11 horas da minha infância

As 11 horas da minha infância

Quando eu era criança
Na minha casa tinha um barranco
Onde minha mãe plantou várias flores
Se chamavam 11 horas, as flores da minha infância!

Eram lindas flores pequeninas, dobradas e vermelhas
Mas não um vermelho qualquer, era um vemelho quase rosa
Era um rosa quase rubro
Rubro como alegria!

Quando eu acordava pela manhã
Ansiosa esperava a hora
De abrir as 11 horas!

Pela manhã acordavam botões
As 11 horas despertavam flores
Formavam um belo tapete
Mas eram muito mais que um enfeite

As 11 horas da minha infância
Me lembram a felicidade
Daquela feliz idadade!

Onde eu corria pelo quintal
Brincava de casinha
Colocava flores em vidrinho de esmalte
Se pendurava pelo varal
Fazia bolo de terra
Apostava corrida com as nuvens
Comia cajá verde
E nada fazia mal

As 11 horas da minha infância
Me lembra barraco de madeira
Pé de siriguela, batata-doce e cana
Mata, cipó e capoeira
Preto-velho, saci-pererê e mula sem cabeça
Banho de chuva, terra molhada
Cabelo na bananeira

As 11 da minha infância
Alegrava uma mãe com 09 filhos
Que possuía força, orgulho e garra!
Que de tristeza às vezes chorava
Mas todos os dias canarolava!

As 11 horas da minha infância
Guarda gosto de doce de mamão verde
Moqueca, galinha a molho pardo, polenta
Fogão a lenha
Passeio na roça, pescaria
Banho no rio Santa Maria

Traz cheiro de avó
Negra velha com lenço na cabeça
Que me dizia sempre:
Vai ser gente na vida, menina!
Disso nunca se esqueça!

As 11 horas da minha infância
Traz presente um grande quintal
Com pé de abacate, ninho de bem-te-vi e perdiz
Onde existia uma casa de madeira
De uma família grande, pobre e feliz!

Ah!
As 11 horas da minha infância
Me lembra músicas de roda
Pés sujos, bandeirinha e queimada
Me lembra que fui, sou e serei amada!

        Gilmara S. Coutinho Wolkartt


Texto: Gilmara S. Coutinho Wolkartt
Imagem: Google imagens

terça-feira, 22 de junho de 2010


" O mundo depois de nós tem que ser melhor que o nosso, porque caminhamos sobre ele. Se não pudermos ser um sol esplendoroso, contentamo-nos em ser um simples vagalume. O importante é iluminar alguma coisa"
Roque schineider

" O mundo depois de nós tem que ser melhor que o nosso, porque caminhamos sobre ele. Se não pudermos ser um sol esplendoroso, contentamo-nos em ser um simples vagalume. O importante é iluminar alguma coisa"
Roque schineider

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Ah! Esse amor!

Segue mais uma tentativa de poema dessa aprendiz de poetiza:



Esse Amor

Ah! esse amor
Esse amor que mete medo
pela sua grandiosidade
Esse amor que não cabe no peito
De tanta felicidade!

Ah! Esse amor
Que me acorda de madrugada
Para te cobrir no  leito
Esse amor que me faz rir e chorar
De tanta emoção
Que dizem situar dentro do coração


Ah! Esse amor
Que me faz do meu nome ternura
Meu sobrenome amor
Do meu gesto carinho
Dos meus braços cobertor

És tu meu amor
Menino príncipe
Que coloca na minha boca canções de ninar
Quando colocas as duas mãos no meu rosto
Me faz ser mãe da graça e do amor
Mas quando sofres
Sou mãe da dor

Quando levantas o bracinho
e pede colo
Me faz ser única e necessária
Quando chama mamãezinha linda
me faz mais feliz ainda


Ah! Meu menino lindo
Quando anda
Me encanta
Quando fala
Me cala
Quando canta
me emociona
Quando me abraça
Meu coração baila!


Ah! Esse amor incondicional
Não existe outro igual
Amor que te embala nos braços
para te acalentar
e não te ver chorar

Ah! Esse amor que não me cabe no peito
Que faz meus joelhos dobrar
Pedir a Deus, aos anjos e a Nossa Senhora
Para a sua febre abrandar

Que vê seus olhinhos brilhantes
No seu rostinho de anjo
Quando chego vem correndo me abraçar
Nesse momento peço a Deus
Para o tempo parar!

Ah! Esse amor!

Segue mais uma tentativa de poema dessa aprendiz de poetiza:



Esse Amor

Ah! esse amor
Esse amor que mete medo
pela sua grandiosidade
Esse amor que não cabe no peito
De tanta felicidade!

Ah! Esse amor
Que me acorda de madrugada
Para te cobrir no  leito
Esse amor que me faz rir e chorar
De tanta emoção
Que dizem situar dentro do coração


Ah! Esse amor
Que me faz do meu nome ternura
Meu sobrenome amor
Do meu gesto carinho
Dos meus braços cobertor

És tu meu amor
Menino príncipe
Que coloca na minha boca canções de ninar
Quando colocas as duas mãos no meu rosto
Me faz ser mãe da graça e do amor
Mas quando sofres
Sou mãe da dor

Quando levantas o bracinho
e pede colo
Me faz ser única e necessária
Quando chama mamãezinha linda
me faz mais feliz ainda


Ah! Meu menino lindo
Quando anda
Me encanta
Quando fala
Me cala
Quando canta
me emociona
Quando me abraça
Meu coração baila!


Ah! Esse amor incondicional
Não existe outro igual
Amor que te embala nos braços
para te acalentar
e não te ver chorar

Ah! Esse amor que não me cabe no peito
Que faz meus joelhos dobrar
Pedir a Deus, aos anjos e a Nossa Senhora
Para a sua febre abrandar

Que vê seus olhinhos brilhantes
No seu rostinho de anjo
Quando chego vem correndo me abraçar
Nesse momento peço a Deus
Para o tempo parar!

domingo, 20 de junho de 2010

ALMAS PERFUMADAS

Às almas perfumadas do meu mundo virtual, mas que me conforta no mundo real: NILCE, BEBETH, BETTY GAETA, CHRISTA, ZÉ CARLOS, KINHA, SONHADORA E DEUSA
OBS.: Queridos: Clique na imagem para aumentar.

ALMAS PERFUMADAS

Às almas perfumadas do meu mundo virtual, mas que me conforta no mundo real: NILCE, BEBETH, BETTY GAETA, CHRISTA, ZÉ CARLOS, KINHA, SONHADORA E DEUSA
OBS.: Queridos: Clique na imagem para aumentar.

sábado, 19 de junho de 2010

sexta-feira, 18 de junho de 2010

O preço de uma mãe


Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito. Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu:


- Cortar a grama do jardim: R$3,00

- Por limpar meu quarto esta semana R$1,00

- Por ir ao supermercado em seu lugar R$2,00

- Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia àscompras R$2,00

- Por tirar o lixo toda semana R$1,00

- Por ter um boletim com boas notas R$5,00

- Por limpar e varrer o quintal R$2,00

- TOTAL DA DÍVIDA R$16,00

A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa.

Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu:

- Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida - NADA

- Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti - NADA

- Pelos problemas e pelos prantos que me causastes - NADA

- Pelo medo e pelas preocupações que me esperam -NADA

- Por comidas, roupas e brinquedos - NADA

- Por limpar-te o nariz - NADA

- CUSTO TOTAL DE MEU AMOR - NADA

Quando o menino terminou de ler o que sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios de lágrimas.

Olhou nos olhos da mãe e disse: "Eu te amo, mamãe!!!"

Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme:

"TOTALMENTE PAGO".



Autor Desconhecido


Imagem: google imagens- Anne Guedes

O preço de uma mãe


Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito. Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu:


- Cortar a grama do jardim: R$3,00

- Por limpar meu quarto esta semana R$1,00

- Por ir ao supermercado em seu lugar R$2,00

- Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia àscompras R$2,00

- Por tirar o lixo toda semana R$1,00

- Por ter um boletim com boas notas R$5,00

- Por limpar e varrer o quintal R$2,00

- TOTAL DA DÍVIDA R$16,00

A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa.

Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu:

- Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida - NADA

- Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti - NADA

- Pelos problemas e pelos prantos que me causastes - NADA

- Pelo medo e pelas preocupações que me esperam -NADA

- Por comidas, roupas e brinquedos - NADA

- Por limpar-te o nariz - NADA

- CUSTO TOTAL DE MEU AMOR - NADA

Quando o menino terminou de ler o que sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios de lágrimas.

Olhou nos olhos da mãe e disse: "Eu te amo, mamãe!!!"

Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme:

"TOTALMENTE PAGO".



Autor Desconhecido


Imagem: google imagens- Anne Guedes

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Carta a mim mesma

Esta carta é resultado de uma atividade psicoterápica grupal que participei essa semana.
É uma momento de reflexão sobre a vida onde damos conselhos a nós mesmos. Que tal entrar na brincadeira?
Se fosse escrever uma carta a você mesma, o que você diria? Que conselhos se daria?
Escreva a carta, guarde-a e sempre que estiver precisando de uma força, leia para você mesma em voz alta. Verá como contribuirá para o seu auto-conhecimento.
Compartilho com vocês  parte da carta que escrevi:

                                 CARTA A MIM MESMA

Vitória, 14 de junho de 2010.

Querida Gilmara,

Parabéns por tudo o que você é e por tudo o que conquistou até agora. Nós duas sabemos o quanto foi duro chegar até aqui! Parabéns você merece cada vitória conquistada!
Quem diria que uma menina feia e pobre, filha de uma faxineira, chegaria onde você chegou! Parabéns pela força e pela persistência!
Suas características pessoais permitiram que você chegasse aonde chegou.

Mas minha querida, você precisa ficar atenta a algumas situações!
Não seja tão dura com você mesma, se permita algumas excentridades, admita perder algumas vezes.
Saiba os seus limites, não se doe demais às situações, muitas coisas não depende só de você, relaxe um pouco!
Mais uma coisa, você está esquecendo de você mesma, tem se doado demais a sua família e ao seu trabalho, mas e a você? Qual foi a última vez que dançou? Que ficou à toa sentada numa pracinha?
Pense mais em você mesma, faça as coisas que você gosta: dance mais, leia mais livros, ouça música, faça seus artesanatos, faça o curso que você quer, vá ao cinema mesmo sozinha, ria da vida, sorria para seus filhos, visite amigos. Aliás, onde os deixou? Em qual ciclo da sua vida?
Ame mais a seus filhos, tenha mais paciência com a sua filha, eles precisam de você! Ame-os, eduque-os e os compreenda.
Para terminar, só mais uma coisinha, compre menos e melhor, consuma de forma mais consciente.

Você já aprendeu muito com a vida, mas a vida é um aprendizado a cada dia.

Bem, vou terminando por aqui, espero que siga os meus conselhos.

Um forte e grande abraço de quem te ama muito.

Gilmara dos Santos Coutinho Wolkartt


texto: Gilmara Coutinho Wolkartt
Imagem: Net/ google imagens

Carta a mim mesma

Esta carta é resultado de uma atividade psicoterápica grupal que participei essa semana.
É uma momento de reflexão sobre a vida onde damos conselhos a nós mesmos. Que tal entrar na brincadeira?
Se fosse escrever uma carta a você mesma, o que você diria? Que conselhos se daria?
Escreva a carta, guarde-a e sempre que estiver precisando de uma força, leia para você mesma em voz alta. Verá como contribuirá para o seu auto-conhecimento.
Compartilho com vocês  parte da carta que escrevi:

                                 CARTA A MIM MESMA

Vitória, 14 de junho de 2010.

Querida Gilmara,

Parabéns por tudo o que você é e por tudo o que conquistou até agora. Nós duas sabemos o quanto foi duro chegar até aqui! Parabéns você merece cada vitória conquistada!
Quem diria que uma menina feia e pobre, filha de uma faxineira, chegaria onde você chegou! Parabéns pela força e pela persistência!
Suas características pessoais permitiram que você chegasse aonde chegou.

Mas minha querida, você precisa ficar atenta a algumas situações!
Não seja tão dura com você mesma, se permita algumas excentridades, admita perder algumas vezes.
Saiba os seus limites, não se doe demais às situações, muitas coisas não depende só de você, relaxe um pouco!
Mais uma coisa, você está esquecendo de você mesma, tem se doado demais a sua família e ao seu trabalho, mas e a você? Qual foi a última vez que dançou? Que ficou à toa sentada numa pracinha?
Pense mais em você mesma, faça as coisas que você gosta: dance mais, leia mais livros, ouça música, faça seus artesanatos, faça o curso que você quer, vá ao cinema mesmo sozinha, ria da vida, sorria para seus filhos, visite amigos. Aliás, onde os deixou? Em qual ciclo da sua vida?
Ame mais a seus filhos, tenha mais paciência com a sua filha, eles precisam de você! Ame-os, eduque-os e os compreenda.
Para terminar, só mais uma coisinha, compre menos e melhor, consuma de forma mais consciente.

Você já aprendeu muito com a vida, mas a vida é um aprendizado a cada dia.

Bem, vou terminando por aqui, espero que siga os meus conselhos.

Um forte e grande abraço de quem te ama muito.

Gilmara dos Santos Coutinho Wolkartt


texto: Gilmara Coutinho Wolkartt
Imagem: Net/ google imagens

terça-feira, 15 de junho de 2010

Acorda Brasil!

Acho que fui uma das poucas pessoas desse país que não assisti o jogo da seleção brasileira hoje!
Onde estava? Vocês não vão acreditar, estava indo para o sítio plantar uma árvore!
Não que eu não seja patriota ou não goste da seleção brasileira, apesar de não gostar de futebol, sempre assisto às copas do mundo.
O fato é, que no caminho, ao ver tanta gente em polvorosa, vestidos de verde amarelo, soltando fogos, fazendo barulho com aquelas cornetas, fiquei me perguntando:
Como pode um país inteiro parar por causa de um jogo?
Hoje foi exatamente isso que aconteceu, o país parou! Estavam fechadas as farmácias, supermecados, bancos, delegacias, escolas, comércio, unidades de saúde, serviços públicos em geral. Nem carro tinha na rua, apenas o meu.
É apenas patriotismo?
Talvez não. De fato, o futebol é o ópio do povo! É a política do "pão e circo".É um espetáculo armado onde em frente à televisão, o brasileiro esquece de suas mazelas sociais, das desigualdades econômicas, dos alarmantes índices de violência, da roubalheira política, da falta de saúde pública,das milhares de crianças sem acesso à escola.
Até acho bonito um país torcendo pela sua pátria, mas fazer disso o centro de tudo, sem ter uma visão crítica da situação, pode fazer de nós bonecos de uma engrenagem, manuseados por uma burguesia política que se aproveita da situação para ter ganhos com a alienação do povo.
Acorda Brasil! Logo, logo um outro espetáculo vai ser armado, o das eleições presidenciais!

Imagem: bruxinhaalegre.blogspot.com
Texto: Gilmara Coutinho Wolkartt
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