Em tempos como esse, em que a palavra mãe se alarga, onde olhos e ouvidos sentem ressoar essa palavra repetidamente, me aproximo da vulnerabilidade. Estamos nos aproximando do dia das mães. Nesses dias o coração aperta lentamente e as lágrimas insistem em preencher meus olhos. Ah! Mãe, sua ausência é a minha dor mais latente. Ainda acho que Deus foi muito injusto ao ter levado você! Como assim levar uma mãe com nove filhos? Fazem 20 anos que você se foi! Mas a dor dessa perda é para sempre! Me conformei com a morte, mas aceitar isso já é demais. Com o tempo já não choro todos os dias, já consigo falar de você sem me debulhar em lágrimas, mas ainda sinto, sinto muito que você se foi! Ainda me sinto órfã! Recentemente uma amiga postou essa foto sua, meu coração quase saiu pela boca e eu rapidamente a salvei no meu celular, pois sempre tive medo de esquecer seu rosto. Fiquei feliz em ver a foto, apesar de ter me feito lembrar da minha perda.
Mãe é insubstituível! Tenho marido, filhos e netos, mas este vazio permanece.
Seu tivesse minha mãe aqui, eu passaria todo o dia com ela.
Se eu tivesse minha mãe aqui, eu a levaria para passear onde quisesse.
Se eu tivesse minha mãe aqui, eu lhe daria flores, e perfume e maquiagem.
Se eu tivesse minha mãe aqui, eu a mimaria muito.
Se eu tivesse minha mãe aqui, eu deitaria no seu colo e pediria cafuné.
Se eu tivesse minha mãe aqui, eu lhe daria um abraço bem apertado e diria o quanto ela é importante para mim.
Se eu tivesse minha mãe aqui, eu diria EU TE AMO MÃE!
Se você ainda tem mãe aqui, deixa eu te falar uma coisa, as mães não são para sempre! Pode até ser que ela tenha falhado em alguma coisa com você, mas quando ela falhou era pensando que aquele era o melhor a fazer. Se você ainda tem mãe, perdoe, valorize, ame! É provável que ela se vá antes de você!
