terça-feira, 28 de setembro de 2010

A casa das 07 mulheres




As sete mulheres, a de preto sou eu.

A família é o lugar, por excelência, onde todos nós nos constituimos enquanto pessoa, é o lugar onde, a rigor, uma criança fabrica sua história da qual dependerá seu futuro.
E é dessa família, a família primeira, aquela que me constituiu que quero falar hoje. Então senta que lá vem história...

Venho de uma família muito grande. Somos um total de 09 irmãos. Eu estou no meio, tem 04 abaixo de mim e 04 acima. Desses nove, sete são mulheres!
Nessa família se configura o matriarcado, o femino impera. Amo meus 02 irmãos, mas com as minhas irmãs é diferente, existe um laço muito forte entre nós. Passamos por muitas coisas juntas.

Somos 07 irmãs, 07 amigas, 07 mulheres marcadas pela vida. Pelos amores, pelas dores, pelos dissabores!

Juntas sobrevivemos a golpes fatais. A mortes nunca antes imaginadas!
A primeira morte, o primeiro golpe fatal foi a morte da minha mãe, 01 ano depois a morte do meu pai. Ficamos sem chão, achei que não íamos sobreviver. Sobrevivemos.
Demos as mãos para que fosse possível suportar a dor, uma deu força para a outra. Viramos fênix. Renascemos das cinzas.
Naqueles momentos de desespero nunca estivemos tão unidas, nunca entendemos tão profundamente a dor da outra.
Um ano após a morte do meu pai, se foi a minha avó que morava conosco. Três mortes em três anos!

Agora eram apenas nós. As sete irmãs. As sete mulheres que viviam na casa onde a morte cruelmente visitou. Do passado alegre, restou a penas a casa. A casa das sete mulheres.

Mulheres fortes, sensíveis, sobreviventes. Quando estamos juntas é quando estamos inteiras. Uma forte cola nos liga.

Tenho poucas amigas. Minhas amigas verdadeiras são minhas irmãs. Elas me compreendem e me ajudam sem nenhum interesse.
Recebi de uma delas o melhor conselho que já recebi na vida. E acatei.
A palavra irmã me soa de uma forma muito especial. Me lembra apoio e gratidão. Pois de uma outra irmã, recebi a oportunidade que foi fundamental para a minha vida.

Quando terminei a quarta série do ensino fundamental, meu pai decidiu que eu NÃO IA ESTUDAR mais, pois ele não tinha dinheiro para comprar cadernos e lápis.
Minha irmã mais velha não aceitou a decisão e foi taxativa: Ela vai estudar, eu compro os cadernos!(ela trabalhava como doméstica).

OBRIGADA IRMÃ, seu gesto permitiu que eu chegasse até aqui! Você me possibilitou ser o que sou.

Minhas irmãs são meu porto seguro. Ninguém sabe melhor de mim do que elas, elas são meu superego, meu controle. Mas também meu afeto, minha felicidade.
Quando estamos todas juntas o sentimento é indescritível. Talvez a palavra que melhor descreva esse sentimento seja plenitude e completude. Quando estamos juntas me sinto assim: plena, completa.

Somos mais que irmãs, somos companheiras. Quando uma chora, choram as sete. Quando uma ri, riem as sete. Quando uma conquista algo, as sete se sentem vitoriosas.

Na casa das sete mulheres, a sensibilidade teima em nos escorrer pelo rosto, a conversa agradável ou não, vive em volta da mesa, a coragem vive nos rodeando, o orgulho está sempre a nossa espreita.
Mas a superação, esta está sempre em nossa companhia, pois a recebemos de herança!

Gilmara Coutinho Wolkartt

A casa das 07 mulheres




As sete mulheres, a de preto sou eu.

A família é o lugar, por excelência, onde todos nós nos constituimos enquanto pessoa, é o lugar onde, a rigor, uma criança fabrica sua história da qual dependerá seu futuro.
E é dessa família, a família primeira, aquela que me constituiu que quero falar hoje. Então senta que lá vem história...

Venho de uma família muito grande. Somos um total de 09 irmãos. Eu estou no meio, tem 04 abaixo de mim e 04 acima. Desses nove, sete são mulheres!
Nessa família se configura o matriarcado, o femino impera. Amo meus 02 irmãos, mas com as minhas irmãs é diferente, existe um laço muito forte entre nós. Passamos por muitas coisas juntas.

Somos 07 irmãs, 07 amigas, 07 mulheres marcadas pela vida. Pelos amores, pelas dores, pelos dissabores!

Juntas sobrevivemos a golpes fatais. A mortes nunca antes imaginadas!
A primeira morte, o primeiro golpe fatal foi a morte da minha mãe, 01 ano depois a morte do meu pai. Ficamos sem chão, achei que não íamos sobreviver. Sobrevivemos.
Demos as mãos para que fosse possível suportar a dor, uma deu força para a outra. Viramos fênix. Renascemos das cinzas.
Naqueles momentos de desespero nunca estivemos tão unidas, nunca entendemos tão profundamente a dor da outra.
Um ano após a morte do meu pai, se foi a minha avó que morava conosco. Três mortes em três anos!

Agora eram apenas nós. As sete irmãs. As sete mulheres que viviam na casa onde a morte cruelmente visitou. Do passado alegre, restou a penas a casa. A casa das sete mulheres.

Mulheres fortes, sensíveis, sobreviventes. Quando estamos juntas é quando estamos inteiras. Uma forte cola nos liga.

Tenho poucas amigas. Minhas amigas verdadeiras são minhas irmãs. Elas me compreendem e me ajudam sem nenhum interesse.
Recebi de uma delas o melhor conselho que já recebi na vida. E acatei.
A palavra irmã me soa de uma forma muito especial. Me lembra apoio e gratidão. Pois de uma outra irmã, recebi a oportunidade que foi fundamental para a minha vida.

Quando terminei a quarta série do ensino fundamental, meu pai decidiu que eu NÃO IA ESTUDAR mais, pois ele não tinha dinheiro para comprar cadernos e lápis.
Minha irmã mais velha não aceitou a decisão e foi taxativa: Ela vai estudar, eu compro os cadernos!(ela trabalhava como doméstica).

OBRIGADA IRMÃ, seu gesto permitiu que eu chegasse até aqui! Você me possibilitou ser o que sou.

Minhas irmãs são meu porto seguro. Ninguém sabe melhor de mim do que elas, elas são meu superego, meu controle. Mas também meu afeto, minha felicidade.
Quando estamos todas juntas o sentimento é indescritível. Talvez a palavra que melhor descreva esse sentimento seja plenitude e completude. Quando estamos juntas me sinto assim: plena, completa.

Somos mais que irmãs, somos companheiras. Quando uma chora, choram as sete. Quando uma ri, riem as sete. Quando uma conquista algo, as sete se sentem vitoriosas.

Na casa das sete mulheres, a sensibilidade teima em nos escorrer pelo rosto, a conversa agradável ou não, vive em volta da mesa, a coragem vive nos rodeando, o orgulho está sempre a nossa espreita.
Mas a superação, esta está sempre em nossa companhia, pois a recebemos de herança!

Gilmara Coutinho Wolkartt

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Peso e medida


Que eu tenha

Peso e medida

em tudo

Menos no

amor.

(D.A)



Fonte: blog da Crista,  www.olhosazuis26.blogspot.com.
Imagem: google imagens

Peso e medida


Que eu tenha

Peso e medida

em tudo

Menos no

amor.

(D.A)



Fonte: blog da Crista,  www.olhosazuis26.blogspot.com.
Imagem: google imagens

domingo, 26 de setembro de 2010

Saudade

Por aqui venta
Num prenúncio de primavera
Hoje estou nostálgica.
O vento insiste a me carregar para longe
Ele vai e vem
Traz encoberto em seus moinhos de vento,
A saudade
Saudade de mim mesma!
Saudade de uma parte de mim que ficou para trás!
Saudade do tempo em que a vida tinha surtos de inquietude!
Tempo onde só existia a certeza da vitória!
Tempo em que a convicção não titubeava!
O vento traz de volta a menina sonhadora,
que ficava sonhando acordada com o príncipe encantado.
Ai que saudade de colocar os pés nas nuvens!
Ai que saudade do tempo em que não havia preocupações com a vida de adulto!
Ai que saudade do ócio improdutivo, da letargia!
Ai que saudade de sentir o coração sair pela boca, quando se aproximava o meu bem querer!
Ai que saudade de dormir à tarde, de bater papo sentada no meio-fio da rua.
Ai que saudade de não me preocupar com o tempo!
Ai que saudade da adolescente revolucionária e da rebeldia da juventude.
Ai que saudade de achar que poderia mudar o mundo!
Ai que saudade do riso frouxo, das gargalhadas à toa!
Ai que saudade de dançar os passos da euforia e cantar o ritmo da paixão!
Ai que saudade do tempo das certezas, da alegria das convicções!
Ai que saudade de mim!
          Gilmara Coutinho Wolkartt
           

Saudade

Por aqui venta
Num prenúncio de primavera
Hoje estou nostálgica.
O vento insiste a me carregar para longe
Ele vai e vem
Traz encoberto em seus moinhos de vento,
A saudade
Saudade de mim mesma!
Saudade de uma parte de mim que ficou para trás!
Saudade do tempo em que a vida tinha surtos de inquietude!
Tempo onde só existia a certeza da vitória!
Tempo em que a convicção não titubeava!
O vento traz de volta a menina sonhadora,
que ficava sonhando acordada com o príncipe encantado.
Ai que saudade de colocar os pés nas nuvens!
Ai que saudade do tempo em que não havia preocupações com a vida de adulto!
Ai que saudade do ócio improdutivo, da letargia!
Ai que saudade de sentir o coração sair pela boca, quando se aproximava o meu bem querer!
Ai que saudade de dormir à tarde, de bater papo sentada no meio-fio da rua.
Ai que saudade de não me preocupar com o tempo!
Ai que saudade da adolescente revolucionária e da rebeldia da juventude.
Ai que saudade de achar que poderia mudar o mundo!
Ai que saudade do riso frouxo, das gargalhadas à toa!
Ai que saudade de dançar os passos da euforia e cantar o ritmo da paixão!
Ai que saudade do tempo das certezas, da alegria das convicções!
Ai que saudade de mim!
          Gilmara Coutinho Wolkartt
           

sexta-feira, 24 de setembro de 2010


Sou finalista no blog da Elaine com esse texto aqui ó.
Para conhecer os 12 textos finalistas e votar no seu preferido, clica aqui. Parabéns a todos que participaram!
Ficarei muito feliz se escolher o meu texto, mas vote com o seu coração, pois foi dessa forma que o escrevi , com a minha alma e o meu coração!
Agradeço muitíssimo a Elaine pela brilhante idéia e pela oportunidade de ter escrito esse texto, que na verdade é um garimpo de mim mesma.
Gd beijo

Sou finalista no blog da Elaine com esse texto aqui ó.
Para conhecer os 12 textos finalistas e votar no seu preferido, clica aqui. Parabéns a todos que participaram!
Ficarei muito feliz se escolher o meu texto, mas vote com o seu coração, pois foi dessa forma que o escrevi , com a minha alma e o meu coração!
Agradeço muitíssimo a Elaine pela brilhante idéia e pela oportunidade de ter escrito esse texto, que na verdade é um garimpo de mim mesma.
Gd beijo

Como assim??????????????????????


Estou na minha hora de almoço e acabei de abrir o blog, quando me deparei com essa surpresa maravilhoooooooooosa!
ESTOU ENTRE OS 12 FINALISTAS DO MELHOR DE MIM!
Gente, quando vi isso não acreditei!  Eu? Euzinha? Como assim?
Estou em euforia, com um misto de sentimentos de alegria, orgulho, surpresa, gratidão, dúvida(será que mereço mesmo?), é muito sentimento junto!
E quando abri a listagem e vi meu nomezinho lá em primeiro plano? Nooossa! Não acredito!
Estou muito, muito, muito feliz? E muito emocionada!
Sabe quando alguém ganha um concurso literário super, hiper, mega concorrido? Estou me sentindo assim... Não precisa nem ganhar dos 12, estar entre os 12 já é uma vitória!
Nossa vou até lá de novo para ver se sou eu mesma, vai que estou pagando mico aqui?

Como assim??????????????????????


Estou na minha hora de almoço e acabei de abrir o blog, quando me deparei com essa surpresa maravilhoooooooooosa!
ESTOU ENTRE OS 12 FINALISTAS DO MELHOR DE MIM!
Gente, quando vi isso não acreditei!  Eu? Euzinha? Como assim?
Estou em euforia, com um misto de sentimentos de alegria, orgulho, surpresa, gratidão, dúvida(será que mereço mesmo?), é muito sentimento junto!
E quando abri a listagem e vi meu nomezinho lá em primeiro plano? Nooossa! Não acredito!
Estou muito, muito, muito feliz? E muito emocionada!
Sabe quando alguém ganha um concurso literário super, hiper, mega concorrido? Estou me sentindo assim... Não precisa nem ganhar dos 12, estar entre os 12 já é uma vitória!
Nossa vou até lá de novo para ver se sou eu mesma, vai que estou pagando mico aqui?

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

ALEGRIA



"Haja o que houver, distribua confiança e bom ânimo,
porque a alegria é talvez a única dádiva
que você pode ofertar sem possuir."
(André Luiz)

ALEGRIA



"Haja o que houver, distribua confiança e bom ânimo,
porque a alegria é talvez a única dádiva
que você pode ofertar sem possuir."
(André Luiz)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Coisas que gosto

Gente, ganhei esse selinho da Gaby, do coisademulher, ela é uma fofa, super atenciosa e sabe juntar moda e poesia de uma maneira belíssima. Quem não conhece está perdendo! Visitem!

Obrigada amiga, eu adorei!

E a regra é ......Citar dez coisas que eu gosto:
1 - Gosto de praia, fui criada próximo ao mar, e sinceramente acho que não consigo viver sem ele! ADORO PRAIA!
2- Doces! Meu paladar é doce, sou pior que formiga, gosto de qualquer tipo de doce.
3- Música! Quando estou em casa, sempre ligo o rádio, gosto de trabalhar ouvindo música, mas música com conteúdo, e pode deixar, sou educadinha, não sou daqueles que incomodam os vizinhos com música alta!
4- Dança! Claro! Amo dançar, meu sonho frustrado era ser bailarinha clássica!
5- Tomar sol no café da manhã, gosto de sentir a energia do sol, aquela quintura boa, sou como girassol, vivo atrás do sol!
6- Gosto da minha profissão e tenho orgulho de dizer que sou psicóloga social!
7- Mariola! Sou fanática por mariola, pode?
8- Rímel. Não sou muito vaidosa, mas um rímel é tudo.
9- Brincos. Saio de casa sem batom, mas não saio de casa sem brincos.
10 - Esse blog. Gente, esse blog é a minha alma! Ele está me fazendo uma pessoa muito melhor!

A outra regra é indicar 10 outros blogs( é difícil isso né? Confesso que fico tentada a escolher todos que me visitam, mas indico os blogs amigos abaixo)
1 - cantinho da Cê - Celina
4-Banzai - Loly
10-Uivo da Loba - Valéria

Coisas que gosto

Gente, ganhei esse selinho da Gaby, do coisademulher, ela é uma fofa, super atenciosa e sabe juntar moda e poesia de uma maneira belíssima. Quem não conhece está perdendo! Visitem!

Obrigada amiga, eu adorei!

E a regra é ......Citar dez coisas que eu gosto:
1 - Gosto de praia, fui criada próximo ao mar, e sinceramente acho que não consigo viver sem ele! ADORO PRAIA!
2- Doces! Meu paladar é doce, sou pior que formiga, gosto de qualquer tipo de doce.
3- Música! Quando estou em casa, sempre ligo o rádio, gosto de trabalhar ouvindo música, mas música com conteúdo, e pode deixar, sou educadinha, não sou daqueles que incomodam os vizinhos com música alta!
4- Dança! Claro! Amo dançar, meu sonho frustrado era ser bailarinha clássica!
5- Tomar sol no café da manhã, gosto de sentir a energia do sol, aquela quintura boa, sou como girassol, vivo atrás do sol!
6- Gosto da minha profissão e tenho orgulho de dizer que sou psicóloga social!
7- Mariola! Sou fanática por mariola, pode?
8- Rímel. Não sou muito vaidosa, mas um rímel é tudo.
9- Brincos. Saio de casa sem batom, mas não saio de casa sem brincos.
10 - Esse blog. Gente, esse blog é a minha alma! Ele está me fazendo uma pessoa muito melhor!

A outra regra é indicar 10 outros blogs( é difícil isso né? Confesso que fico tentada a escolher todos que me visitam, mas indico os blogs amigos abaixo)
1 - cantinho da Cê - Celina
4-Banzai - Loly
10-Uivo da Loba - Valéria

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Acho a maior graça

Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.


Dormir me deixa 0 km.


Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.


Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.


Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.


Brigar me provoca arritmia cardíaca.


Ver pessoas tendo acessos de estupidez me


embrulha o estômago.


Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.


E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!


Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo,


faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.


Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!


E passar o resto do dia sem coragem para pedir


desculpas, pior ainda!


Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.


Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!


Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!


Conversa é melhor do que piada.


Exercício é melhor do que cirurgia.


Humor é melhor do que rancor.


Amigos são melhores do que gente influente.


Economia é melhor do que dívida.


Pergunta é melhor do que dúvida.


Sonhar é melhor do que nada!
Luís Fernando Veríssimo
 
* Tenham todos uma ótima semana, inspirada em Luiz Fernando!Gd beijo.

Acho a maior graça

Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.


Dormir me deixa 0 km.


Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.


Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.


Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.


Brigar me provoca arritmia cardíaca.


Ver pessoas tendo acessos de estupidez me


embrulha o estômago.


Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.


E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!


Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo,


faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.


Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!


E passar o resto do dia sem coragem para pedir


desculpas, pior ainda!


Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.


Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!


Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!


Conversa é melhor do que piada.


Exercício é melhor do que cirurgia.


Humor é melhor do que rancor.


Amigos são melhores do que gente influente.


Economia é melhor do que dívida.


Pergunta é melhor do que dúvida.


Sonhar é melhor do que nada!
Luís Fernando Veríssimo
 
* Tenham todos uma ótima semana, inspirada em Luiz Fernando!Gd beijo.

domingo, 19 de setembro de 2010

Blogagem Coletiva - O melhor de mim

Ode a mim mesma

Sutilmente me espreito no espelho de mim mesma,
buscando perceber o que a modéstia muitas vezes me impede de ver.
Procuro o que há de melhor em mim.
Logo de cara percebo que a autoconfiança me favorece nessa empreitada.
Mas ainda bem lá no fundo,
meu inconsciente coletivo revela que moças boazinhas,
não se autoelogiam.
Mas como não sou tão boazinha assim,
a autoconfiança intervém e inicia-se o jogo das flores.
Fé, perseverança,
resistência e coragem são o que há de melhor em mim.
Mora em mim uma guerreira,
que bravamente luta pelos seus objetivos. 
Sou corajosa!
Muitas vezes ela recebe forças do alto e fica mais forte.
Nesse momento sou guerreira da luz. Tenho fé!
As montanhas que me impedem o caminho, escalo todas.
Sou perseverante!
Choro as minhas dores,
mas logo as enxugo
e continuo a viver.
Sou resistente!
Aos que me lançam espinhos,
devolvo flores,
nasci com defeito de fábrica,
não tenho espinhos para devolver!
Persigo a paz. Sou da paz.
O amor bateu a minha porta,
e eu,
sem cerimônias, 
a escancarei para recebê-lo.
Sou esposa!
Sinto as dores dos outros,
como se fossem minhas.
Sou solidária!
Transcrevo sentimentos.
Brinco com as palavras.
Tenho alma de poeta.
Sou sensível.
Faço perguntas, garimpo respostas.
Traduzo dores. Fabrico sonhos.
Dou vida ao inconsciente.
Sou psicológa!
Mas o melhor de mim,
o meu melhor mesmo é
que por duas vezes,
Deus me elegeu sua cúmplice no milagre da criação.
Todos os dias me encanto com esse grande milagre. Sou mãe!



Esse texto faz parte da blogagem coletiva pelo aniversário de 02 anos do blog de elainegaspareto com o tema "O melhor de mim".

Blogagem Coletiva - O melhor de mim

Ode a mim mesma

Sutilmente me espreito no espelho de mim mesma,
buscando perceber o que a modéstia muitas vezes me impede de ver.
Procuro o que há de melhor em mim.
Logo de cara percebo que a autoconfiança me favorece nessa empreitada.
Mas ainda bem lá no fundo,
meu inconsciente coletivo revela que moças boazinhas,
não se autoelogiam.
Mas como não sou tão boazinha assim,
a autoconfiança intervém e inicia-se o jogo das flores.
Fé, perseverança,
resistência e coragem são o que há de melhor em mim.
Mora em mim uma guerreira,
que bravamente luta pelos seus objetivos. 
Sou corajosa!
Muitas vezes ela recebe forças do alto e fica mais forte.
Nesse momento sou guerreira da luz. Tenho fé!
As montanhas que me impedem o caminho, escalo todas.
Sou perseverante!
Choro as minhas dores,
mas logo as enxugo
e continuo a viver.
Sou resistente!
Aos que me lançam espinhos,
devolvo flores,
nasci com defeito de fábrica,
não tenho espinhos para devolver!
Persigo a paz. Sou da paz.
O amor bateu a minha porta,
e eu,
sem cerimônias, 
a escancarei para recebê-lo.
Sou esposa!
Sinto as dores dos outros,
como se fossem minhas.
Sou solidária!
Transcrevo sentimentos.
Brinco com as palavras.
Tenho alma de poeta.
Sou sensível.
Faço perguntas, garimpo respostas.
Traduzo dores. Fabrico sonhos.
Dou vida ao inconsciente.
Sou psicológa!
Mas o melhor de mim,
o meu melhor mesmo é
que por duas vezes,
Deus me elegeu sua cúmplice no milagre da criação.
Todos os dias me encanto com esse grande milagre. Sou mãe!



Esse texto faz parte da blogagem coletiva pelo aniversário de 02 anos do blog de elainegaspareto com o tema "O melhor de mim".

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Blogagem coletiva - Perdão

Quando o corpo fala


Nunca tinha escutado o nome Louise L Hay, que ,pelo que soube, é uma psicóloga americana com vários livros publicados e traduzidos para diversos idiomas, inclusive para o português.¨Como curar sua vida¨ e coisas do gênero. Ora, não existe fórmula mágica para nada. Fosse fácil assim, seríamos todos belos, ricos, bem-casados, desenvoltos, empreendedores, bambambãs em tudo. Mas um dos temas que ela trata é bastante interessante e já inspirou vários bate-papos entre amigos.Ela diz que todas as doenças que temos são criadas por nós mesmos. Menos,Louise. Como assim,¨criadas¨?

Quem tem o vírus HIV sabe muito bem como adquiriu, e não foi por força da mente.

Porém, se não levarmos tudo o que ela diz ao pé da letra, se abstrairmos certos exageros, vamos chegar a um senso comum:nós realmente facilitamos certas invasões ao nosso corpo. É o que se chama somatizar,ou seja,é quando uma dor psíquica pode se manifestar fisicamente.Às vezes, acontece,sim.

¨Todas as doenças têm origem num estado de perdão¨,diz a psicóloga.¨Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar¨. Mas uma vez, o exagero ,já que ¨sempre¨é um amontoado de tempo que não sustenta nenhuma teoria. Mas ela insiste:¨Pesar, tristeza,raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento¨. Pois é, o perdão. Outro dia estava lendo um verso de uma poeta que já citei em outra oportunidade, a Vera Americano, em que ela diz:¨Perdão/duro rito/da remoção do estorvo¨. É difícil perdoar, mas que faz bem à saúde, não tenho a menor dúvida.Quanto mais leve a alma, mais forte o organismo.Por que não tentar?

Louise acredita tanto, mas tanto nisso, que chegou a fazer uma lista de doenças e suas prováveis causas. Exemplo:Apendicite vem do medo. Asma,de choro contido. Câncer,de mágoas mantidas por muito tempo. Derrame ,da rejeiçã à vida. Dor de cabeça,vem da auto-crítica. Gastrite,de incertezas profundas. Hemorróidas vem do medo de prazos determinados e raiva do passado. A insônia vem da culpa . Os nódulos, do ego ferido. Sinusite é irritação com pessoa próxima.

Médicos, por favor, não me esculhambem,eu sei e os leitores também sabem que não é bem assim, que isso é uma generalização e que há vários fatores em jogo, mas não custa prestarmos atenção na interferência que nossos sentimentos têm sobre nosso corpo, assim poderemos ajudar no tratamento sendo menos tensos e angustiados.
Para quem é 100% cético, tudo isso é balela. Eu sou 70% cética, e pretendo reduzir este índice, já que reconheço que meus parcos 30% de crença no que não é cientificamente provado é que me salvam de uma úlcera.

Martha Medeiros

Revista O Globo 22.01.2006


Este texto faz parte da blogagem coletiva sobre sentimentos do blog cafe com bolo.
 Obrigada Glorinha pela sua inteligência e criatividade ao nos propiciar uma verdadeira reflexão sobre nós mesmos através dessa blogagem coletiva,  permitindo nosso autoconhecimento!

Blogagem coletiva - Perdão

Quando o corpo fala


Nunca tinha escutado o nome Louise L Hay, que ,pelo que soube, é uma psicóloga americana com vários livros publicados e traduzidos para diversos idiomas, inclusive para o português.¨Como curar sua vida¨ e coisas do gênero. Ora, não existe fórmula mágica para nada. Fosse fácil assim, seríamos todos belos, ricos, bem-casados, desenvoltos, empreendedores, bambambãs em tudo. Mas um dos temas que ela trata é bastante interessante e já inspirou vários bate-papos entre amigos.Ela diz que todas as doenças que temos são criadas por nós mesmos. Menos,Louise. Como assim,¨criadas¨?

Quem tem o vírus HIV sabe muito bem como adquiriu, e não foi por força da mente.

Porém, se não levarmos tudo o que ela diz ao pé da letra, se abstrairmos certos exageros, vamos chegar a um senso comum:nós realmente facilitamos certas invasões ao nosso corpo. É o que se chama somatizar,ou seja,é quando uma dor psíquica pode se manifestar fisicamente.Às vezes, acontece,sim.

¨Todas as doenças têm origem num estado de perdão¨,diz a psicóloga.¨Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar¨. Mas uma vez, o exagero ,já que ¨sempre¨é um amontoado de tempo que não sustenta nenhuma teoria. Mas ela insiste:¨Pesar, tristeza,raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento¨. Pois é, o perdão. Outro dia estava lendo um verso de uma poeta que já citei em outra oportunidade, a Vera Americano, em que ela diz:¨Perdão/duro rito/da remoção do estorvo¨. É difícil perdoar, mas que faz bem à saúde, não tenho a menor dúvida.Quanto mais leve a alma, mais forte o organismo.Por que não tentar?

Louise acredita tanto, mas tanto nisso, que chegou a fazer uma lista de doenças e suas prováveis causas. Exemplo:Apendicite vem do medo. Asma,de choro contido. Câncer,de mágoas mantidas por muito tempo. Derrame ,da rejeiçã à vida. Dor de cabeça,vem da auto-crítica. Gastrite,de incertezas profundas. Hemorróidas vem do medo de prazos determinados e raiva do passado. A insônia vem da culpa . Os nódulos, do ego ferido. Sinusite é irritação com pessoa próxima.

Médicos, por favor, não me esculhambem,eu sei e os leitores também sabem que não é bem assim, que isso é uma generalização e que há vários fatores em jogo, mas não custa prestarmos atenção na interferência que nossos sentimentos têm sobre nosso corpo, assim poderemos ajudar no tratamento sendo menos tensos e angustiados.
Para quem é 100% cético, tudo isso é balela. Eu sou 70% cética, e pretendo reduzir este índice, já que reconheço que meus parcos 30% de crença no que não é cientificamente provado é que me salvam de uma úlcera.

Martha Medeiros

Revista O Globo 22.01.2006


Este texto faz parte da blogagem coletiva sobre sentimentos do blog cafe com bolo.
 Obrigada Glorinha pela sua inteligência e criatividade ao nos propiciar uma verdadeira reflexão sobre nós mesmos através dessa blogagem coletiva,  permitindo nosso autoconhecimento!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Blogagem coletiva Amor

Hoje o blog da Cíntia Meu cantinho está fazendo aniversário. Parabéns amada Cíntia pelos 02 anos de blog! Como a meiguice é sua característica ela resolveu espalhar o amor na blogosfera com essa blogagem coletiva.
Quando penso no amor o que me vem à cabeça é o amor que tenho pelo marido e pelos meus filhos. Então vou reeditar uma postagem que fiz quando iniciei esse blog e que poucas pessoas viram, vou falar do meu grande amor: Robin

Robin é uma dessas pessoas raras, rico em afeto e carinho.



Venho de uma família muito pouco afetiva, onde o carinho físico, o abraço o beijo, não era algo muito comum. Robin me ensinou a receber e dar carinho, a dar aquele abraço gostoso, a distribuir beijos e afeto. Ainda sou um pouco travada quanto a demonstração de carinho, mas já avancei muito!

Mas o que é apaixonante em Robin é o carinho e respeito que ele tem por mim, isso é algo que até hoje me impressiona! E também me fragiliza! Perto dele eu sou mais sensível, mais carente! Mais menina, mais dengosa!




 Robin adora bichos, em especial pássaros, mas ele tem cachorro, pato, galinhas, ganso até cabrito já teve aqui em casa! E claro, ama a natureza, é contrário a qualquer tipo de desmatamento ou destruição da natureza, é ecologicamente correto, mas não chega a ser um ecochato!



Ele não suporta barulho excessivo, tem pavor de multidão e gosta mesmo de viver quieto, na sua. É trabalhador compulsivo, trabalha muito, digo sempre que "enquanto descansa, carrega pedra". Mas tudo para dar a mim e aos filhos, todo o conforto e qualidade de vida que pode. Apesar disso admira a minha autonomia e aceita o compartilhamento de obrigações domésticas.

E claro, tem defeitos, um deles é ser cabeça dura e exigente com os filhos, mas seu pior defeito é não saber dançar, pode isso? Vejam só, fui arrumar um companheiro que não sabe dançar, logo eu que faço da vida um passo de dança!
Mas toda a felicidade de estar ao lado dele compensa esse pequeno defeito. Pois ele é o meu eixo, meu incentivador, meu apoiador.



Vivi com ele uma das mais lindas histórias de amor, quando vim para a capital a última que pensava era em casamento. Nos meus projetos juvenis, iria seguir a carreira acadêmica com o mestrado e doutorado e teria um filho de produção independente(onde eu estava com a cabeça?).



Mas quando o vi, há quando o vi, a poesia se fez. Vi uma flor se abrindo, uma brisa passando e uma estrela caindo. Depois disso tudo o que eu queria era passar o resto da vida bem coladinha nele.



Hoje temos 13 anos de intenso amor, mas se meu casamento acabasse hoje, por qualquer motivo, eu diria que valeu a pena esse tempo vivido, só lhe daria adeus e agradeceria por tudo o que vivemos, pois foram 13 anos de felicidade.
 Por isso concordo plenamento com o que diz Vinícius de Moraes:

De tudo, ao meu amor serei atento



Antes, e com tal zêlo, e sempre, e tanto



Que mesmo em face do maior encanto



Dele se encante mais meu pensamento.



Quero vivê-lo em cada vão momento



E em seu louvor hei de espalhar meu canto



E rir meu riso e darramar meu pranto



Ao seu pesar ou seu contetentamento.



E assim, quando mais tarde me procure



Quem sabe a morte, angústia de quem vive



Quem sabe a solidão, fim de quem ama



Eu possa me dizer do amor (que tive):



Que não seja imortal, pôsto que e chama



Mas que seja infinito enquanto dure.”



Vinicius de Moraes – Soneto da fidelidade






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