Nesse 13 de maio, em que não se lembram mais da abolição da escravatura, me visto de poesia, para reafirmar a minha cor:
Nasci da cor da noite
Decoro a vida com estrelas
No meu firmamento de breu
Estrelas exalam seus brilhos
Nasci da cor da noite
Tenho em mim constelações de vida
Via lácteas de afetos
Luz que ilumina a escuridão
Nasci da cor da noite
Aprendi a brilhar no escuro
A ressurgir das cinzas
A ser fênix de ébano!