Gd beijo
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Retrospectiva de mim
Gd beijo
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Presente de natal
Eu queria te dar um presente neste natal.
Mas não um presente qualquer, pois a minha gratidão não tem tamanho.
O presente que eu quero te dar ainda não tem forma,
não o encontrei em lojas, nem nos mercados, farmácias ou barracas.
O presente que eu quero te dar tem jeito de anjo quando ri,
parece flor se abrindo com o orvalho,
voa como libélulas gestando o arco-íris,
se move como nuvens brancas num céu azul de verão.
O presente que eu quero te dar não tem nome, ou
tem todos os nomes:
presente-amor, presente-paz, presente-alegria,
presente-fé, presente-ternura, presente-solidariedade,
presente-perdão, presente-carinho, presente-felicidade!
O presente que eu quero te dar não se compra.
Mas o que é um presente, senão o que o próprio nome diz:
Presente. Presença.
Esse é de fato a única coisa que tenho de valor para te dar presente.
Presença!
Então…
Que neste natal, você também seja presente na sua família e com aqueles que te ama,
Esteja presente com doses generosas de presente-amor, presente-paz, presente-felicidade!
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO-NOVO!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
Me perdi
Eu quase me perdi naqueles olhos verdes,
que me apresentava a imensidão do mar.
Eu quase me perdi naquele abraço carinhoso,
que me arrepiava o corpo.
Eu quase me perdi naquele beijo de afeto,
que me prometia o céu.
Eu quase me perdi naquela fala mansa,
que me seduzia em palavras.
Eu quase me perdi, mas foi em você que me achei:
no seu beijo, no seu colo, no seu corpo!
Eu quase me perdi, mas foi em você que encontrei o caminho do amor!
Eu quase me perdi, mas resisti como árvore que resiste
ao vento forte.
Nosso amor é como árvore frondosa com raízes profundas,
não se derruba com qualquer vento ou tempestade!
( Gilmara Wolkartt)
* Este poema é para você: Você que ama de verdade e não troca o seu amor por ninguém!
Um domingo cheio de amor para todos.
Gdbeijo
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Ano novo
Mais um ano que chega
Nessa época me encho de esperança
Já que a esperança se aproxima,
Quero tudo que me pertence.
Quero estrelas cadentes anunciando um novo ano.
Quero a beleza de uma flor se abrindo.
Quero a magia das fadas.
Quero semear poesia em noites de solidão.
Quero ser flor de laranjeira que exala o perfume do amor.
Já que a esperança me acena,
quero o abraço dos anjos,
quero ser lua iluminada pelo sol,
quero adormecer no ninho da paixão
quero o encantamento do existir
quero asas recheadas de ternura
Já que a esperança me acena
quero alma em flor!
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Coisas de Caio
“Seja alguém simples.
Seja algo que você ama e entende. Esqueça o resto,
tudo que você precisa está na sua alma e em seu coração.”
sábado, 10 de dezembro de 2011
Eu acredito em anjos
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Blogagem Coletiva - Natal
Este post faz parte da Blogagem Coletiva promovida pela querida blogueira Roselia, do blog Espiritual-idade com o tema “O que significa o natal para mim”.
O que significa o natal para mim?
Vou confessar: adoro natal. Para mim é uma época mágica. Gosto de ver a cidade se movimentando, o comércio alvoroçado, luzes piscando em todo canto. Gosto de ver as casas decoradas de pisca-pisca, papai noel, estrelas e anjos. É claro que não me agrada ver o natal perdendo o seu verdadeiro sentido e se tornando simplesmente um momento de consumo, uma data comercial.
Mesmo assim, gosto de ver o movimento das pessoas, de grupos se juntando para ajudar os outros. O clima de solidariedade que se estabelece nessa época do ano é muito bom de se ver, por mais que devesse acontecer durante o ano todo.
Natal para mim é isso, é solidariedade,é simplicidade, é doação, é amor. É sobretudo a oportunidade de nascer de novo. De renascer, de permitir que Jesus Cristo, exemplo maior de amor e solidariedade renasça também em nós. Natal para mim é renovação, é esperança. Por isso faço aqui a releitura de uma poesia que postei em dezembro de 2010:
Dezembro chegou.
Traz consigo o mistério do Natal.
Estrelas brilhantes acendem a humanidade.
Iluminam a esperança.
Despertam a solidariedade.
Acendem a fé.
Dezembro chegou.
Traz consigo um confronto com nosso Eu.
Nos faz refletir sobre a forma como vivemos.
Nos dá nova oportunidade de viver.
Dezembro chegou.
Traz como companheiro
Anjos, gnomos e estrelas.
Chegou a magia.
(Gilmara Wolkartt)
sábado, 3 de dezembro de 2011
35 anos para ser feliz
De: Martha Medeiros
Uma notinha instigante na Zero Hora de 30/09: foi realizado em Madri o Primeiro Congresso Internacional da Felicidade, e a conclusão dos congressistas foi que a felicidade só é alcançada depois dos 35 anos. Quem participou desse encontro? Psicólogos, sociólogos, artistas de circo? Não sei. Mas gostei do resultado.
A maioria das pessoas, quando são questionadas sobre o assunto, dizem: "Não existe felicidade, existem apenas momentos felizes". É o que eu pensava quando habitava a caverna dos 17 anos, para onde não voltaria nem puxada pelos cabelos. Era angústia, solidão, impasses e incertezas pra tudo quanto era lado, minimizados por um garden party de vez em quando, um campeonato de tênis, um feriadão em Garopaba. Os tais momentos felizes.
Adolescente é buzinado dia e noite: tem que estudar para o vestibular, aprender inglês, usar camisinha, dizer não às drogas, não beber quando dirigir, dar satisfação aos pais, ler livros que não quer e administrar dezenas de paixões fulminantes e rompimentos. Não tem grana para ter o próprio canto, costuma deprimir-se de segunda a sexta e só se diverte aos sábados, em locais onde sempre tem fila. É o apocalipse. Felicidade, onde está você? Aqui, na casa dos 30 e sua vizinhança.
Está certo que surgem umas ruguinhas, umas mechas brancas e a barriga salienta-se, mas é um preço justo para o que se ganha em troca. Pense bem: depois dos 30, você paga do próprio bolso o que come e o que veste. Vira-se no inglês, no francês, no italiano e no iídiche, e ai de quem rir do seu sotaque. Não tenta mais o suicídio quando um amor não dá certo, enjoou do cheiro da maconha, apaixonou-se por literatura, trocou sua mochila por uma Samsonite e não precisa da autorização de ninguém para assistir ao canal da Playboy. Talvez não tenha se tornado o bam-bam-bam que sonhou um dia, mas reconhece o rosto que vê no espelho, sabe de quem se trata e simpatiza com o cara.
Depois que cumprimos as missões impostas no berço — ter uma profissão, casar e procriar — passamos a ser livres, a escrever nossa própria história, a valorizar nossas qualidades e ter um certo carinho por nossos defeitos. Somos os titulares de nossas decisões. A juventude faz bem para a pele, mas nunca salvou ninguém de ser careta. A maturidade, sim, permite uma certa loucura. Depois dos 35, conforme descobriram os participantes daquele congresso curioso, estamos mais aptos a dizer que infelicidade não existe, o que existe são momentos infelizes. Sai bem mais em conta.
Outubro de 1998
Martha Medeiros (1961) é gaúcha de Porto Alegre, onde reside desde que nasceu. Fez sua carreira profissional na área de Propaganda e Publicidade, tenho trabalhado como redatora e diretora de criação em vária agências daquela cidade. Em 1993, a literatura fez com que a autora, que nessa ocasião já tinha publicado três livros, deixasse de lado essa carreira e se mudasse para Santiago do Chile, onde ficou por oito meses apenas escrevendo poesia.
De volta ao Brasil, começou a colaborar com crônicas para o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, onde até hoje mantém coluna no caderno ZH Donna, que circula aos domingos, e outra — às quartas-feiras — no Segundo Caderno. Escreve, também, uma coluna semanal para o sítio Almas Gêmeas e colabora com a revista Época.
Seu primeiro livro, Strip-Tease (1985), Editora Brasiliense - São Paulo, foi o primeiro de seus trabalhos publicados. Seguiram-se Meia noite e um quarto (1987), Persona non grata (1991), De cara lavada (1995), Poesia Reunida (1998), Geração Bivolt (1995), Topless (1997) e Santiago do Chile (1996). Seu livro de crônicas Trem-Bala (1999), já na 9a. edição, foi adaptado com sucesso para o teatro, sob direção de Irene Brietzke. A autora é casada e tem duas filhas.
Texto extraído do livro "Trem-bala", L&PM Editores - Porto Alegre, 2002, pág.147.
http://www.releituras.com/mamedeiros_serfeliz.asp
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Neóteno
Viver é trilhar o caminho da aprendizagem. Se tem uma coisa que aprendi na vida é que estamos sempre aprendendo. Afinal somos todos neótenos.Segundo a psicanálise, neóteno quer dizer inacabado, um ser que nasce cedo demais e depende do outro para sobreviver.
Somos inacabados, ninguém sabe tudo, ninguém tem todas as respostas. Aliás a graça da vida é ainda ter perguntas. Mas voltemos ao ser neóteno que somos. Eu e você. Seres inacabados que dependem um do outro para viver.
Ninguém é uma ilha, ninguém vive sozinho, é o outro que nos proporciona a cada dia uma nova aprendizagem. essa é a única verdade que acredito. A vida é uma eterna aprendizagem. Com a maturidade aprendi isso. E essa é a vantagem de estar amadurecendo.
Com o tempo aprendi que as pessoas são mais felizes se tem amigos verdadeiros.
Então deixo para você aquele beijo. Para você que é amigo, virtual ou real, para você que quer ser amigo. Para você que transmite paz. Para você que vêm, para você que vai. Para você que sofre, para você que ri, para você que se emociona, para você que me lê, para você que se sente solitária , para você que lê poesia, para você que é poesia pura, para você que é crítico,para você que trabalha, para você que chora, para você que fala sozinho, para você que fala pouco, para você que não fala, para você que é feliz, para você que vive a vida com intensidade, para você que é ansioso, para você que tem medo, para você que sente dor, para você que cultiva flores, para você que dança, para você que faz arte, para você que produz conhecimento, para você que é simples e verdadeiro, para você que tem senso de humor, para você que tem paciência, para você que sabe perdoar, para você que não me esquece, para você que me respeita, para você que aprende todos os dias com a vida. Para você, aquele beijo!

