terça-feira, 7 de setembro de 2010

Amigos

"Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...

Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...

Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...

Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...

Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...

Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!!"

Vinícius de Moraes

segunda-feira, 6 de setembro de 2010


Oi!
Sumi, mas
Voltei!

Estava por aí,
Dando gargalhadas com o tempo,
Aproveitando os espaços do capitalismo,
Para dar abraços apertados
Ver rostos familiares
Que são retratos de mim mesma!

Estava por aí
Batendo papo com o  passado
Ouvindo fofoca de vizinho
Cantando no chuveiro


Estava por aí
Dando beijos de esquimó
Revirando a terra do meu bem-estar
Admirando o céu estrelado
Deitada no verde da minha esperança.

Estava por aí
Brincando com a roda da vida
Tomando banhos demorados
Roubando manga do vizinho
Gritando para ouvir o eco
Assistindo filme com pipoca

Estava por aí
Brincando de esconde-esconde com menino
Lembrando que sou menina
Me equilibrando no meio fio da calçada
Caindo de bunda no chão
Ouvindo a música da alegria

Estava por aí
Buscando água na fonte
Andando no meio do mato
Admirando a estrela Dalva
Plantando a flor da coragem!

Estava por aí
Vivendo!





Oi!
Sumi, mas
Voltei!

Estava por aí,
Dando gargalhadas com o tempo,
Aproveitando os espaços do capitalismo,
Para dar abraços apertados
Ver rostos familiares
Que são retratos de mim mesma!

Estava por aí
Batendo papo com o  passado
Ouvindo fofoca de vizinho
Cantando no chuveiro


Estava por aí
Dando beijos de esquimó
Revirando a terra do meu bem-estar
Admirando o céu estrelado
Deitada no verde da minha esperança.

Estava por aí
Brincando com a roda da vida
Tomando banhos demorados
Roubando manga do vizinho
Gritando para ouvir o eco
Assistindo filme com pipoca

Estava por aí
Brincando de esconde-esconde com menino
Lembrando que sou menina
Me equilibrando no meio fio da calçada
Caindo de bunda no chão
Ouvindo a música da alegria

Estava por aí
Buscando água na fonte
Andando no meio do mato
Admirando a estrela Dalva
Plantando a flor da coragem!

Estava por aí
Vivendo!




quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Dia de Faxina-Blogagem coletiva



Estava precisando fazer uma faxina em mim... Jogar alguns pensamentos indesejados para fora, lavar alguns tesouros que andavam meio enferrujados...



Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.



Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões... Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei; Joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li. Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas... E as coloquei num cantinho, bem arrumadas.



Fiquei sem paciência!... Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: Paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste... Mas lá também havia outras coisas... e belas!



Um passarinho cantando na minha janela... aquela lua cor-de-prata, o pôr do sol!... Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças. Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.



Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou. Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!



Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se mando para o lixão.



Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos... como foi bom relembrar tudo aquilo!



Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista.



Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurada bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar... e de recomeçar...



Autor desconhecido

* Dias atrás estava meio tristonha, me lamentando muito, me sentindo mal comigo. Estava me estranhando, pois essa não sou eu. Mas de vez em quando é bom fazer uma faxina interna!
Ah! E como é bom fazer as pazes conosco mesmas!
Acho que a felicidade é exatamente isso, um sentimento que deve ser conquistado a cada dia. Se escolhemos estar triste, não fazemos nenhuma avaliação em nós mesmos e nos entregamos à tristeza, com o tempo o que é tristeza passa a ser melancolia, e a melancolia leva a depressão...
Ser feliz é uma escolha, pois dentro de nós existe vários sentimentos, mas qual deles colocamos em destaque na nossa vida?
Achei essa mensagem que fala um pouco por mim, e desse processo de escolher estar feliz, espero que também sirva para alguém que por acaso passe por aqui.
Gd beijo

Esse texto faz parte da blogagem coletiva proposta por Glorinha do blog café com bolo com o tema Felicidade.

Dia de Faxina-Blogagem coletiva



Estava precisando fazer uma faxina em mim... Jogar alguns pensamentos indesejados para fora, lavar alguns tesouros que andavam meio enferrujados...



Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.



Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões... Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei; Joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li. Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas... E as coloquei num cantinho, bem arrumadas.



Fiquei sem paciência!... Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: Paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste... Mas lá também havia outras coisas... e belas!



Um passarinho cantando na minha janela... aquela lua cor-de-prata, o pôr do sol!... Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças. Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.



Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou. Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!



Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se mando para o lixão.



Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos... como foi bom relembrar tudo aquilo!



Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista.



Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurada bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar... e de recomeçar...



Autor desconhecido

* Dias atrás estava meio tristonha, me lamentando muito, me sentindo mal comigo. Estava me estranhando, pois essa não sou eu. Mas de vez em quando é bom fazer uma faxina interna!
Ah! E como é bom fazer as pazes conosco mesmas!
Acho que a felicidade é exatamente isso, um sentimento que deve ser conquistado a cada dia. Se escolhemos estar triste, não fazemos nenhuma avaliação em nós mesmos e nos entregamos à tristeza, com o tempo o que é tristeza passa a ser melancolia, e a melancolia leva a depressão...
Ser feliz é uma escolha, pois dentro de nós existe vários sentimentos, mas qual deles colocamos em destaque na nossa vida?
Achei essa mensagem que fala um pouco por mim, e desse processo de escolher estar feliz, espero que também sirva para alguém que por acaso passe por aqui.
Gd beijo

Esse texto faz parte da blogagem coletiva proposta por Glorinha do blog café com bolo com o tema Felicidade.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Dica de livro

Sempre gostei de ler. Quando adolescente meu passatempo preferido era esse. Engolia livro. Pegava um livro e o lia de uma vez só, num mesmo dia.
A minha profissão exige que eu leia muitos livros, artigos, textos. Mas Augusto Cury é uma leitura especial.
Descobri  Augusto Cury em 2006 quando ganhei de presente de uma estagiária que eu tinha, um livro dele( O futuro da humanidade), mas não é desse livro que eu quero falar. 
Quero falar desse livro:


Coisa boa a gente dividi. E quero dividir com vocês a delícia que foi ler esse livro.
Terminei de lê-lo na semana passada.
O livro tem uma leitura fácil e leve. Ao longo da leitura fui destacando as frases que mais me chamaram atenção, mas em algumas partes destaquei a página inteira, não apenas um parágrafo. Postei algumas dessas frases aqui.
Não, não  é um livro de auto-ajuda. Mas nos ajuda muito a refletir sobre a vida. Sobre os sonhos, sobre a nossa história de vida.
" Analisando a trajetória vitoriosa de grandes sonhadores, como Jesus Cristo, Abraham Lincon e Martin Luther King, Cury nos faz repensar nossa vida e nos inspira a não deixar nossos sonhos morrerem....Ele fala sobre a ciência dos sonhos, a mente dos sonhadores, a personalidade dos que nunca desistiram dos seus sonhos"
Ele nos fala da importância de sonharmos, de desejarmos algo, pois é através dos sonhos que continuamos a viver, sem sonhos a vida não tem sentido. Fala também de todos nós, com nossos impulsos e limitações. Mas não faz isso de forma pesada, rígida. Pelo contrário, é um livro extremamente reflexivo, nos ensina a pensar.

Com o feriado chegando fica aí uma dica de livro, para ler, dar de presente, guardar para ler de vez em quando.
Olha a dedicatória do livro:
" Dedico este livro a alguém especial: ________________________________
Sem sonhos, as perdas se tornam insuportáveis,
as pedras do caminho se tornam montanhas,
os fracassos se transformam golpes fatais.
Mas, se você tiver grandes sonhos....
seus erros produzirão crescimento,
seus desafios produizirão oportunidades,
seus medos produzirão coragem.
Por isso, meu ardente desejo é que você
NUNCA DESISTA DE SEUS SONHOS."

Dica de livro

Sempre gostei de ler. Quando adolescente meu passatempo preferido era esse. Engolia livro. Pegava um livro e o lia de uma vez só, num mesmo dia.
A minha profissão exige que eu leia muitos livros, artigos, textos. Mas Augusto Cury é uma leitura especial.
Descobri  Augusto Cury em 2006 quando ganhei de presente de uma estagiária que eu tinha, um livro dele( O futuro da humanidade), mas não é desse livro que eu quero falar. 
Quero falar desse livro:


Coisa boa a gente dividi. E quero dividir com vocês a delícia que foi ler esse livro.
Terminei de lê-lo na semana passada.
O livro tem uma leitura fácil e leve. Ao longo da leitura fui destacando as frases que mais me chamaram atenção, mas em algumas partes destaquei a página inteira, não apenas um parágrafo. Postei algumas dessas frases aqui.
Não, não  é um livro de auto-ajuda. Mas nos ajuda muito a refletir sobre a vida. Sobre os sonhos, sobre a nossa história de vida.
" Analisando a trajetória vitoriosa de grandes sonhadores, como Jesus Cristo, Abraham Lincon e Martin Luther King, Cury nos faz repensar nossa vida e nos inspira a não deixar nossos sonhos morrerem....Ele fala sobre a ciência dos sonhos, a mente dos sonhadores, a personalidade dos que nunca desistiram dos seus sonhos"
Ele nos fala da importância de sonharmos, de desejarmos algo, pois é através dos sonhos que continuamos a viver, sem sonhos a vida não tem sentido. Fala também de todos nós, com nossos impulsos e limitações. Mas não faz isso de forma pesada, rígida. Pelo contrário, é um livro extremamente reflexivo, nos ensina a pensar.

Com o feriado chegando fica aí uma dica de livro, para ler, dar de presente, guardar para ler de vez em quando.
Olha a dedicatória do livro:
" Dedico este livro a alguém especial: ________________________________
Sem sonhos, as perdas se tornam insuportáveis,
as pedras do caminho se tornam montanhas,
os fracassos se transformam golpes fatais.
Mas, se você tiver grandes sonhos....
seus erros produzirão crescimento,
seus desafios produizirão oportunidades,
seus medos produzirão coragem.
Por isso, meu ardente desejo é que você
NUNCA DESISTA DE SEUS SONHOS."
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