segunda-feira, 15 de julho de 2013
Ela e Ele
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Encontros e Desencontros
As vezes as almas precisam de encontros.
Que uma alma toque a outra.
Com simplicidade.
Com a leveza das nuvens.
Com a alegria do arco-íris.
Almas humanas precisam de encontros.
Mas encontro bom é encontro tecido,
nas asas da sensibilidade.
Que uma alma toque a outra
como a lua toca o mar.
Refletindo ali o mais lindo dos encontros.
Pois às vezes as almas precisam apenas tocar outras almas.
De verdade, com afagos, com abraços.
É tão simples, meu Deus!
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Desse amor
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| Fonte: Tumblr google imagens |
“O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.”
Antoine de Saint-Exupéry
terça-feira, 4 de junho de 2013
“A insustentável leveza do ser”
Sou um pessoa muito tranquila, da paz. Sou calma, transparente. Jamais destrato uma pessoa, sou incapaz de gritar com alguém. Não me intrometo na vida de ninguém, mas procuro ajudar a todos que me procuram. Sempre levo as pessoas em consideração, escuto as pessoas com carinho e atenção.
Sou uma pessoa que penso muito antes de falar. E aí está meu defeito! As vezes as coisas passam e eu não falei o que devia falar. E isso tem me incomodado. Se me dão a palavra, discorro maravilhosamente, mas se não me dão, não luto por ela. Não me coloco. Não me apresento. Não exponho minhas idéias. Tenho ficado silenciosa, introvertida! Muitas vezes passo despercebida, ás vezes tenho a sensação de estar transparente!
Deixo de falar muitas vezes, em casa, na igreja, no trabalho, no curso. Fico procurando motivos para esse comportamento. Me lembro de algumas frases que escutei na minha adolescência que podem ter contribuído para esse comportamento. Uma delas foi “ só abra a boca quando tiver certeza que o que vai falar vai ser mais útil do que ficar calado”, guardei esse frase durante muito tempo como uma verdade, e então muitas vezes me calava diante das situações, outra frase foi que “quem fala muito dá bom dia a cavalo”. Algumas coisas ditas em determinadas fases do desenvolvimento do indivíduo, que são apreendidas como uma verdade mental, acabem moldando alguns comportamentos. O fato é que ficar calada não tem sido bom para mim, pelo contrário, afinal como andou rolando aí pelo face “ quem muito se ausenta, um dia deixa de fazer falta”. Não tenho medo da solidão, mas tenho medo de não fazer falta para ninguém.
Mas como sou uma pessoa que estou o tempo inteiro me reconstruindo, refletindo sobre as minha condutas, estou aqui tornando consciente essas minhas atitudes, para num segundo momento conseguir mudá-la. Preciso ser leve, sem ser ausente. Preciso me tornar presente e a palavra é a melhor forma de se fazer conhecer, de estar, de ser. Preciso falar, falar, falar. Preciso me expor, sem medo de julgamentos. Preciso SER para mim, mas também para os outros!
Todo dia, um novo aprendizado, e assim caminha a vida. Me sinto feliz por ter escrito esse texto. Parece que arrumei alguma coisa dentro de mim. Eu, caçador de mim.
Bora lá publicar sem medo!
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Feliz por nada!*
Eu não tenho olhos azuis.
Nem cabelos loiros.
Eu não sou famosa.
Não tenho muito dinheiro.
Também não sou popular.
Não tenho um monte de amigos.
Também não sou pessoa alto- astral.
Mas as pessoas andam dizendo,
Que ultimamente tenho andado iluminada!
Talvez porque tenha andado por aí,
com um sorrisinho no canto da boca
de quem é cúmplice da vida!
*Feliz por nada também é o título de um livro de Martha Medeiros, livro que super indico para quem anda procurando motivos para ser feliz!
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Dessa tal felicidade
* Sítio Vale do Sol - Essa foto é de lá, onde mora a minha felicidade!
A felicidade é tão simples.
Pelo menos a minha felicidade é simples.
E eu a tenho cortejado todos os dias.
Tenho sonhado com ela. Feito planos ao lado dela.
Pois a minha felicidade tem canto de pássaros,
tem caminhadas no fim da tarde
e quando cansada, tem uma pedra para sentar, com vista para as montanhas,
a minha felicidade tem pôr-do-sol,
tem rede na varanda, tem livro na mão,
a minha felicidade tem poesia escrita,
tem galo cantando,
tem rosas se abrindo,
A minha felicidade tem chão verde,
tem lago cristalino,
tem colcha de retalhos,
tem riso de criança.
A minha felicidade tem dias frios,
tem sol da manhã,
tem mãos entrelaçadas.
Ah! A felicidade.
Tão simples. Tão distante!
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Incomodada
Incomodada.
Com o não visto, com o não dito,
Mas que a percepção captura.
Incomodada.
Em perceber que tem pessoas que acham que tem a verdade absoluta,
Enquanto eu estou convicta de que elas não existem.
O mundo atual sofre de um grande mal: Ego.
Puro ego. Imenso. Enorme.
É nessas horas que dá vontade de desistir.
E seguir outros caminhos, trilhar em outras direções.
Pois não me acostumo com esse mundo,
de egos inflados e verdades absolutas, disfarçados de boa gente!
