Em janeiro fiz 41 anos!
E quer saber? Sinto como se tivesse 20!
Não me sinto velha, nem madura.
Por isto estou mandando as convenções ás favas. Dane-se que
tenho 41. Não quero mais ser boa
moça, seguir regras, ou etiquetas. Estou me permitindo. Nessa idade o que vale
mesmo é ser aquilo que se é. Sem cobranças, sem panos quentes, sem desculpas. Aceitar
ser a gente mesmo com os defeitos que se tem é libertador!
Não quero mais perder nada da vida, quero dar passos maiores
que minhas pernas e se tiver que cair, que caia, levanto de novo.
Mas o que quero mesmo, com todas as minhas forças, é amar.
Intensamente, insanamente. Quero amar até ser boba. Quero amar minha filha, meu
filho, meu marido, meus irmãos, meus sobrinhos, meus amigos. Quero fazer bolos
de aniversários, ligar todos os dias, comprar presentes sem data marcada, dar abraços e beijos
apertados. Que não me falte afeto para viver tudo isso!
Hoje, tudo que quero é amar. Quero amar gratuitamente! Quero amar sem limites...



