terça-feira, 13 de julho de 2010

Casa de ferreiro, espeto de pau!

Hoje iniciei a retirada das fraldas do meu filhote. Venho protelando esse momento já há algum tempo, há mais ou menos uns dois meses retirei a fralda, mas achei que ainda não era o momento dele e voltei a colocar as fraldas novamente.

Sabemos que esse período é um momento muito importante para o desenvolvimento da criança. Pois a criança não está apenas aprendendo a fazer cocô e xixi no lugar certo, está aprendendo também a se organizar psiquicamente, a lidar com seu corpo, a se socializar e a se relacionar com o mundo, pois nesse primeiro momento a criança se relaciona com o mundo através do seu corpo.
Como ele fica na creche o dia inteiro, fica mais difícil ensinar o uso do vaso. Digo: Filho, quando for fazer xixi, fala com a mamãe para irmos no vasinho. Quando menos espero, lá está a poça d`água no meio da casa.Tenho a impressão que ele não vai aprender nunca!
Aí a mãe de plantão deixa a psicóloga de lado e dai-lhe preocupação! Será que ele não vai aprender? Será que esse é o momento dele? Será que estou sendo muito rígida? Será que estou sendo frouxa?... Vem uma série de serás. Coisa de mãe.

Não lembro de ter tido essa dificuldade com minha filha! Será que como mãe de primeira viagem, eu era mais segura? Com ele parece que está sendo mais complicado. Mas não tem jeito, cada filho é único mesmo.
Nesse fase conta mais o desenvolvimento afetivo da criança do que propriamente o treinamento, a aprendizagem e a maturação neurofisiológica para o controle dos esfíncteres.
Por enquanto há que se ter muita paciência e carinho para se limpar as poças de xixi na casa, a roupa molhada, os diversos banhos durante o dia...
Quisera eu poder ficar o dia inteiro com o meu bebê para dar cada banho, limpar cada poça de xixi! Faria isso com imenso prazer!
Mas ainda chego lá! Ainda vou embora para Pasárgada. Lá sim eu terei todo o tempo do mundo. Para correr atrás das crianças, tomar banho de rio, medir os milímetros de crescimento, contar histórias do folclore, contar com eles as estrelas, mostrar o cruzeiro do sul....
Enquanto isso farei o que for possível para ensiná-lo a usar o vaso, sem grandes consequências...
Até breve!




Casa de ferreiro, espeto de pau!

Hoje iniciei a retirada das fraldas do meu filhote. Venho protelando esse momento já há algum tempo, há mais ou menos uns dois meses retirei a fralda, mas achei que ainda não era o momento dele e voltei a colocar as fraldas novamente.

Sabemos que esse período é um momento muito importante para o desenvolvimento da criança. Pois a criança não está apenas aprendendo a fazer cocô e xixi no lugar certo, está aprendendo também a se organizar psiquicamente, a lidar com seu corpo, a se socializar e a se relacionar com o mundo, pois nesse primeiro momento a criança se relaciona com o mundo através do seu corpo.
Como ele fica na creche o dia inteiro, fica mais difícil ensinar o uso do vaso. Digo: Filho, quando for fazer xixi, fala com a mamãe para irmos no vasinho. Quando menos espero, lá está a poça d`água no meio da casa.Tenho a impressão que ele não vai aprender nunca!
Aí a mãe de plantão deixa a psicóloga de lado e dai-lhe preocupação! Será que ele não vai aprender? Será que esse é o momento dele? Será que estou sendo muito rígida? Será que estou sendo frouxa?... Vem uma série de serás. Coisa de mãe.

Não lembro de ter tido essa dificuldade com minha filha! Será que como mãe de primeira viagem, eu era mais segura? Com ele parece que está sendo mais complicado. Mas não tem jeito, cada filho é único mesmo.
Nesse fase conta mais o desenvolvimento afetivo da criança do que propriamente o treinamento, a aprendizagem e a maturação neurofisiológica para o controle dos esfíncteres.
Por enquanto há que se ter muita paciência e carinho para se limpar as poças de xixi na casa, a roupa molhada, os diversos banhos durante o dia...
Quisera eu poder ficar o dia inteiro com o meu bebê para dar cada banho, limpar cada poça de xixi! Faria isso com imenso prazer!
Mas ainda chego lá! Ainda vou embora para Pasárgada. Lá sim eu terei todo o tempo do mundo. Para correr atrás das crianças, tomar banho de rio, medir os milímetros de crescimento, contar histórias do folclore, contar com eles as estrelas, mostrar o cruzeiro do sul....
Enquanto isso farei o que for possível para ensiná-lo a usar o vaso, sem grandes consequências...
Até breve!




segunda-feira, 12 de julho de 2010

Refletindo sobre o suicídio

                 "O suicídio faz com que os amigos e familiares se sintam seus assassinos".

                                                                   (Vicent Van Gogh)


O termo suicídio foi utilizado pela primeira vez em 1737 por Desfontaines. O significado tem origem no latim, na junção das palavras sui (si mesmo) e caederes (ação de matar). Esta conotação especifica a morte intencional ou auto-infligida. Num aspecto geral, o suicídio é um ato voluntário por qual um indivíduo possui a intenção e provoca a própria morte. Pode ser realizado através de atos (tiro, envenenamento ou enforcamento) ou por omissão (recusa em alimentar-se, por exemplo).
É considerada tentativa de suicídio qualquer ato não fatal de automutilação ou de auto-envenenamento. A intenção da morte não deve ser incluída nesta definição, pois nem sempre é manifestada. A gravidade da tentativa deve relacionar-se com a "potencialidade autodestrutiva" do método utilizado, com a probabilidade de uma intervenção de terceiros.
O suicídio é a conseqüência de uma perturbação psíquica. A tensão nervosa que envolve, e culmina nos conflitos intrapsíquicos de gravidade acentuada, transtorna a tal ponto que a morte torna-se único refúgio e a inevitável solução dos problemas. Inconscientemente, o suicida tentou depositar a culpa de sua morte nos outros indivíduos que compõem seu ambiente social, principalmente nos familiares. Neste caso o suicídio funciona como um ''castigo''. É como revidar uma agressão do ambiente que o envolve.

Na civilização romana a morte não era significativa, importante era a forma de morrer: com dignidade e no momento certo. Para os primeiros cristãos, a morte equivalia à libertação, pois a doutrina pregava que a vida era um "vale de lágrimas e pecados". Nesse momento a morte surgia como um atalho ao paraíso.

Nos séculos V e VI, nos Concílios de Orleans, Braga e Toledo, proibiram as honras fúnebres aos suicidas, e determinaram que mesmo aquele que não tivesse obtido sucesso em uma tentativa deveria ser excomungado. Assim o suicídio passou a ser considerado um crime que poderia implicar na condenação à morte dos que fracassavam. Os familiares dos suicidas eram deserdados e vilipendiados enfrentando os preconceitos sociais. Apenas na Renascença a humanidade dos suicidas foi reconhecida, o romantismo desse período forjou em torno do tema uma determinada áurea de respeitabilidade.

Alguns fatores são comuns aos indivíduos que tentaram ou cometeram suicídio. Por exemplo, é mais freqüente nas idades que delineiam as fronteiras da vida, como a puberdade e a adolescência, e entre a maturidade e a velhice. Porém, a faixa etária compreende genericamente dos 15 aos 44 anos.

Um ponto significativo a ser analisado, é que os casos de suicídios foram extremamente raros nos campos de concentração, o que reforça a evidência de que as condições exteriores (mesmo as mais brutais) não explicam o fenômeno. Além disso, o suicídio é mais comum em nações ricas e ocorre com mais freqüência nas classes médias.

Por razões não completamente esclarecidas, as mulheres cometem três vezes mais tentativas de suicídio que os homens. No entanto os homens são mais eficazes. Isto porque o sexo feminino recorre aos métodos mais brandos como o envenenamento. Enquanto os homens usam armas de fogo, tendem ao afogamento, enforcamento ou saltando de grandes altitudes.

As doenças físicas como câncer, epilepsia e AIDS; ou doenças mentais como alcoolismo, dependência toxica e esquizofrenia, compõem alguns dos motivos que induzem um indivíduo a atentar à própria vida. Algumas situações sociais também conduzem ao suicídio. Podemos incluir como exemplo o insucesso no matrimônio ou não ser casado, não ter filhos, não ser religioso, isolamento social e o fracasso financeiro.
A depressão também está aliada aos casos de suicídio. Porém, no auge das crises depressivas o indivíduo fica menos vulnerável a tais tentativas. Isto porque a depressão é caracterizada principalmente pela desmotivação, desinteresse e letargia do raciocínio. Nesse momento, o indivíduo não se dispõe a nenhuma atividade, inclusive o ato de se matar. Alcançado este estágio, a tendência é a omissão, que também é considerado uma das formas de suicídio.

Indicadores de Risco
Geralmente o suicídio não pode ser previsto, mas existem alguns indicadores de risco:

Tentativa anterior ou fantasias de suicídio.

Disponibilidade de meios para o suicídio.

Idéias de suicídio abertamente faladas.

Preparação de um testamento.

Luto pela perda de alguém próximo.

História de suicídio na família.

Pessimismo ou falta de esperança.

Suicídios no mundo:
No mundo suicidam-se diariamente 2000 pessoas.*
Nos Estados Unidos são 30.000 suicídios por ano (quase 100 por dia).
No geral, 7% dos suicidas sofrem de dependência alcoólica.
Aproximadamente 90% de quem tenta, avisa antes.
Em torno de 70% dos suicídios ocorrem em decorrência de uma fase depressiva.
Quem já fez uma tentativa, tem 30% mais chances de repetir do que quem nunca tentou.

* Esses valores podem ser bem maiores, pois muitos casos de suicídios são considerados acidentes.

No Brasil:

Entre 1989 e 1998 os suicídios aumentaram 56,9%.
O índice brasileiro é de 4,9 suicídios para cada grupo de 100 mil habitantes.
O Rio Grande do Sul possui os índices mais altos: 11 para cada grupo de 100 mil habitantes.
Porto Alegre é a capital com maior taxa de suicídios (11,9/100 mil).
Entre 1993 e 1998, o número de jovens que tentaram o suicídio aumentou 40%.
Em 1997 quase 1.500 jovens tentaram se matar no Brasil.



Fonte: www.spectrumgothic.com.br
Imagem; Net

O suicídio é quando a vida chega a seu limite, sabendo dessas informações talvez você ajudar alguém!

Refletindo sobre o suicídio

                 "O suicídio faz com que os amigos e familiares se sintam seus assassinos".

                                                                   (Vicent Van Gogh)


O termo suicídio foi utilizado pela primeira vez em 1737 por Desfontaines. O significado tem origem no latim, na junção das palavras sui (si mesmo) e caederes (ação de matar). Esta conotação especifica a morte intencional ou auto-infligida. Num aspecto geral, o suicídio é um ato voluntário por qual um indivíduo possui a intenção e provoca a própria morte. Pode ser realizado através de atos (tiro, envenenamento ou enforcamento) ou por omissão (recusa em alimentar-se, por exemplo).
É considerada tentativa de suicídio qualquer ato não fatal de automutilação ou de auto-envenenamento. A intenção da morte não deve ser incluída nesta definição, pois nem sempre é manifestada. A gravidade da tentativa deve relacionar-se com a "potencialidade autodestrutiva" do método utilizado, com a probabilidade de uma intervenção de terceiros.
O suicídio é a conseqüência de uma perturbação psíquica. A tensão nervosa que envolve, e culmina nos conflitos intrapsíquicos de gravidade acentuada, transtorna a tal ponto que a morte torna-se único refúgio e a inevitável solução dos problemas. Inconscientemente, o suicida tentou depositar a culpa de sua morte nos outros indivíduos que compõem seu ambiente social, principalmente nos familiares. Neste caso o suicídio funciona como um ''castigo''. É como revidar uma agressão do ambiente que o envolve.

Na civilização romana a morte não era significativa, importante era a forma de morrer: com dignidade e no momento certo. Para os primeiros cristãos, a morte equivalia à libertação, pois a doutrina pregava que a vida era um "vale de lágrimas e pecados". Nesse momento a morte surgia como um atalho ao paraíso.

Nos séculos V e VI, nos Concílios de Orleans, Braga e Toledo, proibiram as honras fúnebres aos suicidas, e determinaram que mesmo aquele que não tivesse obtido sucesso em uma tentativa deveria ser excomungado. Assim o suicídio passou a ser considerado um crime que poderia implicar na condenação à morte dos que fracassavam. Os familiares dos suicidas eram deserdados e vilipendiados enfrentando os preconceitos sociais. Apenas na Renascença a humanidade dos suicidas foi reconhecida, o romantismo desse período forjou em torno do tema uma determinada áurea de respeitabilidade.

Alguns fatores são comuns aos indivíduos que tentaram ou cometeram suicídio. Por exemplo, é mais freqüente nas idades que delineiam as fronteiras da vida, como a puberdade e a adolescência, e entre a maturidade e a velhice. Porém, a faixa etária compreende genericamente dos 15 aos 44 anos.

Um ponto significativo a ser analisado, é que os casos de suicídios foram extremamente raros nos campos de concentração, o que reforça a evidência de que as condições exteriores (mesmo as mais brutais) não explicam o fenômeno. Além disso, o suicídio é mais comum em nações ricas e ocorre com mais freqüência nas classes médias.

Por razões não completamente esclarecidas, as mulheres cometem três vezes mais tentativas de suicídio que os homens. No entanto os homens são mais eficazes. Isto porque o sexo feminino recorre aos métodos mais brandos como o envenenamento. Enquanto os homens usam armas de fogo, tendem ao afogamento, enforcamento ou saltando de grandes altitudes.

As doenças físicas como câncer, epilepsia e AIDS; ou doenças mentais como alcoolismo, dependência toxica e esquizofrenia, compõem alguns dos motivos que induzem um indivíduo a atentar à própria vida. Algumas situações sociais também conduzem ao suicídio. Podemos incluir como exemplo o insucesso no matrimônio ou não ser casado, não ter filhos, não ser religioso, isolamento social e o fracasso financeiro.
A depressão também está aliada aos casos de suicídio. Porém, no auge das crises depressivas o indivíduo fica menos vulnerável a tais tentativas. Isto porque a depressão é caracterizada principalmente pela desmotivação, desinteresse e letargia do raciocínio. Nesse momento, o indivíduo não se dispõe a nenhuma atividade, inclusive o ato de se matar. Alcançado este estágio, a tendência é a omissão, que também é considerado uma das formas de suicídio.

Indicadores de Risco
Geralmente o suicídio não pode ser previsto, mas existem alguns indicadores de risco:

Tentativa anterior ou fantasias de suicídio.

Disponibilidade de meios para o suicídio.

Idéias de suicídio abertamente faladas.

Preparação de um testamento.

Luto pela perda de alguém próximo.

História de suicídio na família.

Pessimismo ou falta de esperança.

Suicídios no mundo:
No mundo suicidam-se diariamente 2000 pessoas.*
Nos Estados Unidos são 30.000 suicídios por ano (quase 100 por dia).
No geral, 7% dos suicidas sofrem de dependência alcoólica.
Aproximadamente 90% de quem tenta, avisa antes.
Em torno de 70% dos suicídios ocorrem em decorrência de uma fase depressiva.
Quem já fez uma tentativa, tem 30% mais chances de repetir do que quem nunca tentou.

* Esses valores podem ser bem maiores, pois muitos casos de suicídios são considerados acidentes.

No Brasil:

Entre 1989 e 1998 os suicídios aumentaram 56,9%.
O índice brasileiro é de 4,9 suicídios para cada grupo de 100 mil habitantes.
O Rio Grande do Sul possui os índices mais altos: 11 para cada grupo de 100 mil habitantes.
Porto Alegre é a capital com maior taxa de suicídios (11,9/100 mil).
Entre 1993 e 1998, o número de jovens que tentaram o suicídio aumentou 40%.
Em 1997 quase 1.500 jovens tentaram se matar no Brasil.



Fonte: www.spectrumgothic.com.br
Imagem; Net

O suicídio é quando a vida chega a seu limite, sabendo dessas informações talvez você ajudar alguém!

domingo, 11 de julho de 2010

Trago uma rosa para você

Dirijo-me a você que tem alma simples ou deseja possuir a simplicidade. Por isso não me constranjo em lhe oferecer uma flor.

Se você entender a linguagem das flores, o olhar da criança, o gesto amigo, o sorriso do irmão, COMO EXPRESSÃO DE AMOR, então sei que está bem recebida a rosa que lhe trago.
A flor é símbolo. Ela diz tudo que a gente não consegue dizer.
A flor é sorriso. Ela renova a certeza da estima ou devolve a alegria pela volta do amigo.
A flor é presença.
Ela fica em lugar de quem parte. Lembra seu amor, sua voz, lembra enfim, A PESSOA QUE OFERTOU. Ela deixou de ser uma simples flor. É agora uma flor ofertada, uma flor com amor.
A FLOR QUE LHE TRAGO É MINHA AMIZADE.
Para que você não esteja só e tenha alegria e coragem de seguir sua jornada. Para que sejamos irmãos, gente que sabe que sozinho não é nada e que precisa do outro para crescer.

Infelizmente amigo, vivemos num mundo em que muitos desaprenderam o valor de um sorriso ou o símbolo de uma flor-que-se-dá. Desaprenderam que a vida é bela. Desaprenderam a olhar além. Além das aparências. Além essa terra.

É preciso um olhar infinito na vida que passa. Só assim ela se eterniza e nos faz descobrir o ESSENCIAL que se esconde em cada momento, em cada palavra, em cada passo.
TRAGO UMA FLOR PARA VOCÊ SORRIR DE NOVO, SE ACASO DESAPRENDEU. Ela lhe há de falar da minha vontade em vê-lo crescer. Da afeição que lhe devoto. Da alegria de sabê-lo morador do meu planeta.

Obrigado pelo dia em que também você me ofertar uma flor. Será maravilhoso para mim! ELA SERÁ VOCÊ MESMO.
VOCÊ COMIGO.
 Há de recordar nosso encontro...Nossos passos no fim da tarde...nossa voz carregada de emoção...
E nós teremos novamente mais vontade de viver!!! 

Autor desconhecido
Imagens: google imagens

Trago uma rosa para você

Dirijo-me a você que tem alma simples ou deseja possuir a simplicidade. Por isso não me constranjo em lhe oferecer uma flor.

Se você entender a linguagem das flores, o olhar da criança, o gesto amigo, o sorriso do irmão, COMO EXPRESSÃO DE AMOR, então sei que está bem recebida a rosa que lhe trago.
A flor é símbolo. Ela diz tudo que a gente não consegue dizer.
A flor é sorriso. Ela renova a certeza da estima ou devolve a alegria pela volta do amigo.
A flor é presença.
Ela fica em lugar de quem parte. Lembra seu amor, sua voz, lembra enfim, A PESSOA QUE OFERTOU. Ela deixou de ser uma simples flor. É agora uma flor ofertada, uma flor com amor.
A FLOR QUE LHE TRAGO É MINHA AMIZADE.
Para que você não esteja só e tenha alegria e coragem de seguir sua jornada. Para que sejamos irmãos, gente que sabe que sozinho não é nada e que precisa do outro para crescer.

Infelizmente amigo, vivemos num mundo em que muitos desaprenderam o valor de um sorriso ou o símbolo de uma flor-que-se-dá. Desaprenderam que a vida é bela. Desaprenderam a olhar além. Além das aparências. Além essa terra.

É preciso um olhar infinito na vida que passa. Só assim ela se eterniza e nos faz descobrir o ESSENCIAL que se esconde em cada momento, em cada palavra, em cada passo.
TRAGO UMA FLOR PARA VOCÊ SORRIR DE NOVO, SE ACASO DESAPRENDEU. Ela lhe há de falar da minha vontade em vê-lo crescer. Da afeição que lhe devoto. Da alegria de sabê-lo morador do meu planeta.

Obrigado pelo dia em que também você me ofertar uma flor. Será maravilhoso para mim! ELA SERÁ VOCÊ MESMO.
VOCÊ COMIGO.
 Há de recordar nosso encontro...Nossos passos no fim da tarde...nossa voz carregada de emoção...
E nós teremos novamente mais vontade de viver!!! 

Autor desconhecido
Imagens: google imagens

sábado, 10 de julho de 2010

A libélula

A libélula tem uma das mais fortes histórias de simbolismo no que diz respeito a mudança que já vi:
Ela nasce no fundo do lago, e quando é chegada a hora, arrisca-se a subir à tona, transformando-se, deixando seu antigo corpo, e assumindo um novo.
Na transformação a libélula passa pelas seguintes situações:
Mudança na forma: deixa um corpo fisicamente constituído, assumindo outro;
Condição de vida: em vez de rastejar, passa a voar;
Interesses: deixa de gostar do que há no fundo do lago, e passa a gostar da liberdade do ar;
A libélula habita dois mundos: o ar e a água e passa a influência de dois elementos.
Este belo inseto atraído pela luz, representa a imortalidade e a regeneração. A libélula (dragonfly em inglês) transmite tanto uma aura de mágica e fantasia, quanto de liberdadde.Mudança e iluminação. Além disso os místicos acreditam que ela é a representante dos espíritos bons que velam pelos vivos na terra.


Os japoneses escolheram a libélula como símbolo de alegria e nova luz. O espírito da libélula é a essência dos ventos de mudança, as mensagens de sabedoria e esclarecimento.
A libélula nos ensina a nos regenerar mesmo diante das adversidades da vida, ela facilmente se adapta a um novo ambiente, nos inspira para a mudança e para o início de uma nova vida.
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