quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Prezado professor


" Sou sobrevivente de um campo de concentração.
Meus olhos viram o que nenhuma pessoa devia presenciar.
Câmaras de gás construídas por engenheiros ilustrados.
Crianças envenenadas por médicos instruídos.
Bebês assassinados por enfermeiras treinadas.
Mulheres e bebes mortos a tiros por ginasianos e universitários.
Assim, desconfio da educação.
Meu pedido é o seguinte: Ajudem os seus discípulos a serem humanos.
Os seus esforços nunca deverão produzir monstros cultos, psicopatas hábeis ou Heichmans instruídos.
 Ler, escrever, saber história e aritmética só são importantes se servem para tornar nossos estudantes mais humanos’’


Recebido por e-mail da diretora de uma escola israelita.

Fonte: Google

Amanhã é o dia do professor. Nesse período tão conturbado, onde a educação encontra limites no ensinar, uma vez que vivencia situações de violência no cotidiano da escola que interferem no ensino-aprendizagem, fica essa pequena reflexão.
A escola é apenas para ensinar português, matemática, história, geografia e matérias afins? Ou será que a escola precisa ir além? No seu tempo existia o ensino moral e cívico? E o ensino religioso? Contribui para tornar as pessoas mais humanas?
Qual a sua opinião?
Gd beijo

Prezado professor


" Sou sobrevivente de um campo de concentração.
Meus olhos viram o que nenhuma pessoa devia presenciar.
Câmaras de gás construídas por engenheiros ilustrados.
Crianças envenenadas por médicos instruídos.
Bebês assassinados por enfermeiras treinadas.
Mulheres e bebes mortos a tiros por ginasianos e universitários.
Assim, desconfio da educação.
Meu pedido é o seguinte: Ajudem os seus discípulos a serem humanos.
Os seus esforços nunca deverão produzir monstros cultos, psicopatas hábeis ou Heichmans instruídos.
 Ler, escrever, saber história e aritmética só são importantes se servem para tornar nossos estudantes mais humanos’’


Recebido por e-mail da diretora de uma escola israelita.

Fonte: Google

Amanhã é o dia do professor. Nesse período tão conturbado, onde a educação encontra limites no ensinar, uma vez que vivencia situações de violência no cotidiano da escola que interferem no ensino-aprendizagem, fica essa pequena reflexão.
A escola é apenas para ensinar português, matemática, história, geografia e matérias afins? Ou será que a escola precisa ir além? No seu tempo existia o ensino moral e cívico? E o ensino religioso? Contribui para tornar as pessoas mais humanas?
Qual a sua opinião?
Gd beijo

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

PRECISAM-SE DE LOUCOS!

DE LOUCOS UNS PELOS OUTROS!


QUE EM SEUS SURTOS DE LOUCURA, ESPALHEM ALEGRIA; COM HABILIDADES SUFICIENTES PARA AGIR COMO TREINADORES DE UM MUNDO MELHOR, QUE OLHEM A ÉTICA, RESPEITO ÀS PESSOAS E RESPONSABILIDADE SOCIAL, NÃO APENAS COMO PRINCÍPIOS ORGANIZACIONAIS, MAS COMO VERDADEIROS COMPROMISSOS COM O UNIVERSO.
PRECISAM-SE LOUCOS DE PAIXÃO, NÃO SÓ PELO TRABALHO, MAS PRINCIPALMENTE POR GENTE; QUE VEJAM EM CADA SER HUMANO O REFLEXO DE SI MESMO, TRABALHANDO PARA QUE VELHAS COMPETÊNCIAS DÊEM LUGAR AO BRILHO NO OLHAR E A COMPORTAMENTOS HUMANIZADOS.
PRECISAM-SE LOUCOS POR NOVAS TENDÊNCIAS, MAS QUE CAMINHEM NA CONTRAMÃO DA HISTÓRIA, OUVINDO MENOS O QUE OS GURUS TEM A DIZER SOBRE MOBILIDADE DE CAPITAIS, TECNOLOGIA OU EFICIÊNCIA GERENCIAL E OUVINDO MAIS SEUS PRÓPRIOS CORAÇÕES.
PRECISAM-SE LOUCOS POLIGLOTAS QUE NÃO FALEM INGLÊS, ESPANHOL, FRANCÊS OU ITALIANO, MAS QUE FALEM A LÍNGUA UNIVERSAL DO AMOR; DO AMOR QUE TRANSFORMA, MODIFICA E MELHORA, POIS, PALAVRAS NÃO TRANSFORMAM EMPRESAS E SIM ATITUDES.
PRECISAM-SE, SIMPLESMENTE, LOUCOS DE AMOR; DE AMOR QUE TRANSCENDE TODA A HIERARQUIA, QUE QUEBRA PARADIGMAS; AMOR QUE CADA SER HUMANO DEVE DESPERTAR E DESENVOLVER DENTRO DE SI E PÔR A SERVIÇO DA VIDA PRÓPRIA E ALHEIA; AMOR CHEIO DE ENERGIA, AMOR DO DIÁLOGO E DA COMPREENSÃO, AMOR PARTILHADO E TRANSCENDENTAL.
AS ORGANIZAÇÕES PRECISAM URGENTEMENTE DE LOUCOS, CAPAZES DE IMPLANTAR NOVOS MODELOS DE GESTÃO, ESSENCIALMENTE FOCADOS NO SER, SEM RECEIOS DE SEREM CHAMADOS DE INSANOS, QUE SAIBAM QUE A FELICIDADE CONSISTE EM REALIZAR AS GRANDES VERDADES E NÃO SOMENTE EM OUVI-LAS.
Autor desconhecido.

PRECISAM-SE DE LOUCOS!

DE LOUCOS UNS PELOS OUTROS!


QUE EM SEUS SURTOS DE LOUCURA, ESPALHEM ALEGRIA; COM HABILIDADES SUFICIENTES PARA AGIR COMO TREINADORES DE UM MUNDO MELHOR, QUE OLHEM A ÉTICA, RESPEITO ÀS PESSOAS E RESPONSABILIDADE SOCIAL, NÃO APENAS COMO PRINCÍPIOS ORGANIZACIONAIS, MAS COMO VERDADEIROS COMPROMISSOS COM O UNIVERSO.
PRECISAM-SE LOUCOS DE PAIXÃO, NÃO SÓ PELO TRABALHO, MAS PRINCIPALMENTE POR GENTE; QUE VEJAM EM CADA SER HUMANO O REFLEXO DE SI MESMO, TRABALHANDO PARA QUE VELHAS COMPETÊNCIAS DÊEM LUGAR AO BRILHO NO OLHAR E A COMPORTAMENTOS HUMANIZADOS.
PRECISAM-SE LOUCOS POR NOVAS TENDÊNCIAS, MAS QUE CAMINHEM NA CONTRAMÃO DA HISTÓRIA, OUVINDO MENOS O QUE OS GURUS TEM A DIZER SOBRE MOBILIDADE DE CAPITAIS, TECNOLOGIA OU EFICIÊNCIA GERENCIAL E OUVINDO MAIS SEUS PRÓPRIOS CORAÇÕES.
PRECISAM-SE LOUCOS POLIGLOTAS QUE NÃO FALEM INGLÊS, ESPANHOL, FRANCÊS OU ITALIANO, MAS QUE FALEM A LÍNGUA UNIVERSAL DO AMOR; DO AMOR QUE TRANSFORMA, MODIFICA E MELHORA, POIS, PALAVRAS NÃO TRANSFORMAM EMPRESAS E SIM ATITUDES.
PRECISAM-SE, SIMPLESMENTE, LOUCOS DE AMOR; DE AMOR QUE TRANSCENDE TODA A HIERARQUIA, QUE QUEBRA PARADIGMAS; AMOR QUE CADA SER HUMANO DEVE DESPERTAR E DESENVOLVER DENTRO DE SI E PÔR A SERVIÇO DA VIDA PRÓPRIA E ALHEIA; AMOR CHEIO DE ENERGIA, AMOR DO DIÁLOGO E DA COMPREENSÃO, AMOR PARTILHADO E TRANSCENDENTAL.
AS ORGANIZAÇÕES PRECISAM URGENTEMENTE DE LOUCOS, CAPAZES DE IMPLANTAR NOVOS MODELOS DE GESTÃO, ESSENCIALMENTE FOCADOS NO SER, SEM RECEIOS DE SEREM CHAMADOS DE INSANOS, QUE SAIBAM QUE A FELICIDADE CONSISTE EM REALIZAR AS GRANDES VERDADES E NÃO SOMENTE EM OUVI-LAS.
Autor desconhecido.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dia das crianças

Nesse dia 12 de outubro poderia falar da alegria de conviver com as crianças, de doces, de brincadeiras, de presentes!

Mas quero falar das crianças invisíveis, é isso mesmo, CRIANÇAS INVISÍVEIS! E não é conto de fadas! É real.

Crianças invisíveis são aquelas que você vê todos os dias, mas não vê!

Talvez não as veja porque já se acostumou com elas em meio ao caos urbano, aliás elas fazem parte do caos urbano.
Estão ali todos os dias, as vezes nos mesmos lugares, no sinal pedindo dinheiro, lavando(sujando) o vidro do carro, vendendo balas, deitado nas calçadas, usando drogas...são crianças invisíveis porque não as vemos.


Vemos sua sujeira, sua marginalidade, sua agressividade! Vemos o menor de rua, vemos o marginal, vemos o delinquente. Mas não vemos A CRIANÇA.

Não vemos sua dor, seu olhos sem brilho, sua vida sem teto e principalmente sem afeto!
Não vemos que elas estão por ali porque alguém não as amou, não alimentou, não amamentou, não educou.


Elas não tem o que é vital para o desenvolvimento humano: PERTENCIMENTO! Elas não pertencem a ninguém, são filhos do vento!
Por causa disso, sempre tem um adulto tomando posse delas, usando-as para pedir, para vender drogas, para prostituir!

Na rua elas não tomam banho, se alimentam mal, andam em bandos(comportamento animal), usam drogas como se fosse um anestésico da dura realidade que vivem.
Na rua elas acreditam que estão livres, das surras dos pais, do abuso sexual, da falta de comida, da escola, das regras!
Cada dia na rua, é um dia a menos da sua humanidade, elas se DESUMANIZAM.


Nesse dia das crianças, às crinças invisíveis, a minha homenagem.
Peço a Deus, que o mundo não seja indiferente a elas.
Peço a Deus, que encontrem sua infância, nem que seja na fonte de água da praça!
Mas sobretudo peço a Deus, políticas humanizantes para essas crianças!
Que quanto mais cedo possível encontrem abrigo, família e afeto!
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!?

Dia das crianças

Nesse dia 12 de outubro poderia falar da alegria de conviver com as crianças, de doces, de brincadeiras, de presentes!

Mas quero falar das crianças invisíveis, é isso mesmo, CRIANÇAS INVISÍVEIS! E não é conto de fadas! É real.

Crianças invisíveis são aquelas que você vê todos os dias, mas não vê!

Talvez não as veja porque já se acostumou com elas em meio ao caos urbano, aliás elas fazem parte do caos urbano.
Estão ali todos os dias, as vezes nos mesmos lugares, no sinal pedindo dinheiro, lavando(sujando) o vidro do carro, vendendo balas, deitado nas calçadas, usando drogas...são crianças invisíveis porque não as vemos.


Vemos sua sujeira, sua marginalidade, sua agressividade! Vemos o menor de rua, vemos o marginal, vemos o delinquente. Mas não vemos A CRIANÇA.

Não vemos sua dor, seu olhos sem brilho, sua vida sem teto e principalmente sem afeto!
Não vemos que elas estão por ali porque alguém não as amou, não alimentou, não amamentou, não educou.


Elas não tem o que é vital para o desenvolvimento humano: PERTENCIMENTO! Elas não pertencem a ninguém, são filhos do vento!
Por causa disso, sempre tem um adulto tomando posse delas, usando-as para pedir, para vender drogas, para prostituir!

Na rua elas não tomam banho, se alimentam mal, andam em bandos(comportamento animal), usam drogas como se fosse um anestésico da dura realidade que vivem.
Na rua elas acreditam que estão livres, das surras dos pais, do abuso sexual, da falta de comida, da escola, das regras!
Cada dia na rua, é um dia a menos da sua humanidade, elas se DESUMANIZAM.


Nesse dia das crianças, às crinças invisíveis, a minha homenagem.
Peço a Deus, que o mundo não seja indiferente a elas.
Peço a Deus, que encontrem sua infância, nem que seja na fonte de água da praça!
Mas sobretudo peço a Deus, políticas humanizantes para essas crianças!
Que quanto mais cedo possível encontrem abrigo, família e afeto!
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!?

sábado, 9 de outubro de 2010

LIBERDADE

Ontem no fim da tarde,
quando se encerrou meu expediente
Me deu uma vontade louca de liberdade.
Estava com vontade de ver coisas diferentes,
Vontade de dançar,
Ver rostos diferentes e gargalhadas soltas.
Tudo o que eu queria era colocar um salto alto vermelho,
um vestido colado ao corpo, e sair por aí sem rumo!
Numa vontade doida de ser livre e sem compromissos.
Saí com vontade de jogar ás favas a rotina
e de fazer picadinho da responsabilidade.
Mas fui para casa e quando cheguei tudo estava exatamente igual:
o mesmo cenário, a mesma rotina, as mesmas carências!
Dentro de mim, meu inconsciente gritava:
O AMOR APRISIONA!

Gilmara Wolkartt
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