segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Como é que se diz eu te amo

Gente, olha o que a minha linda amiga Tereza do blog acolher com amor comentou ontem:
"......Essa mensagem eu conhecia e foi mto bom reler. Sempre vem na minha cabeça aquela música do legião "E hoje em dia, como é que é que se diz EU TE AMO?" Vamos refletir e espalhar nosso amor por aí. Bjusss"

Quando li isso, minha cabeça foi longe, viajei....
E hoje em dia, como é que se diz EU TE AMO?
Podemos dizer EU TE AMO dizendo, ou através dos nossos comportamentos. Não é assim tão fácil dizer EU TE AMO, e ás vezes amamos tanto, que as palavras não expressam tudo aquilo que sentimos. Mas alguns comportamentos sim.
Digo EU TE AMO quando:
- Limpo o vômito do meu filho(para mim é a morte, tenho muito nojo de vômito, mas o dele EU LIMPO).
- Passo horas na fila do cinema para comprar o ingresso do filme que a minha filha quer.
- Passo a noite ao lado da cama do meu filho acordada vigiando sua febre( e rezando para que a febre abaixe).
- Beijo meu marido mesmo quando ele não escovou os dentes, só porque ele está precisando de carinho(arg!).
- Quando dou aquele abraço apertado de apoio e solidariedade.
- Quando coloco limites.
- Quando faço uma comida bem gostosa para minha família.
- Quando tiro paciência de onde não tenho.
- Quando paro o que estou fazendo para dedicar a eles meu tempo. 
- Quando deixo de ir em algum lugar porque meus filhos não podem ir.
- Quando dou o meu colo e meu silêncio
- Quando chuto o balde e me dedico inteiramente a mim mesma, porque para amar o outro, eu preciso primeiro AMAR A MIM MESMA.
E hoje em dia, como é que se diz EU TE AMO?
Como é que você diz EU TE AMO?
Como sugere minha amiga Tereza, vamos espalhar o amor por aí, principalmente através dos nossos gestos.
Que tenhamos uma semana repleta de atos de amor.

domingo, 28 de novembro de 2010

A importância de dizer: EU TE AMO

Fonte:google imagens


Depois de 21 anos de casado, descobri uma nova maneira de manter viva a chama do amor.
Há pouco tempo decidi sair com outra mulher. Na realidade, foi idéia da minha esposa.
- Você sabe que a ama - disse-me minha esposa um dia, pegando-me de surpresa. A vida é muito curta, você deve dedicar especial tempo a essa mulher.
- Mas, eu te amo - protestei à minha mulher.
- Eu sei. Mas, você também a ama. Tenho certeza disto.

A outra mulher, a quem minha esposa queria que eu visitasse, era minha mãe, que já era viúva há 19 anos, mas as exigências do meu trabalho e de meus 3 filhos, faziam com que eu a visitasse ocasionalmente.
Essa noite a convidei para jantar e ir ao cinema.
- O que é que você tem? Você está bem? - perguntou-me ela, após o convite. (Minha mãe é o tipo de mulher que acredita que uma chamada tarde da noite,ou um convite surpresa é indício de más notícias.)
- Pensei que seria agradável passar algum tempo contigo! - Respondi a ela.
- Só nós dois. O que acha?
Ela refletiu por um momento.
- Me agradaria muitíssimo - disse ela sorrindo.
Depois de alguns dias, estava dirigindo para pegá-la depois do trabalho, estava um tanto nervoso, era o nervosismo que antecede a um primeiro encontro.
E que coisa interessante, pude notar que ela também estava muito emocionada. Esperava-me na porta com seu casaco, havia feito um penteado e usava o vestido com que celebrou seu último aniversário de bodas. Seu rosto sorria e irradiava luz como um anjo.
- Eu disse a minhas amigas que ia sair com você, e elas ficaram muito impressionadas. - comentou enquanto subia no carro.
Fomos a um restaurante não muito elegante, mas, sim, aconchegante. Minha mãe se agarrou ao meu braço como se fosse "a primeira dama".Quando nos sentamos, tive que ler para ela o menu. Seus olhos só enxergavam grandes figuras.
Quando estava pela metade das entradas, levantei os olhos; mamãe estava sentada do outro lado da mesa, e me olhava fixamente. Um sorriso nostálgico se delineava nos seus lábios.
- Era eu quem lia o menu quando você era pequeno - disse-me.
- Então é hora de relaxar e me permitir devolver o favor - respondi.
Durante o jantar tivemos uma agradável conversa; nada extraordinário, só colocando em dia a vida um para o outro. Falamos tanto que perdemos o horário do cinema.
- Sairei contigo outra vez, mas só se me deixares fazer o convite – disse minha mãe quando a levei para casa.
E eu concordei.
- Como foi teu encontro? - quis saber minha esposa quando cheguei aquela noite.
- Muito agradável. Muito mais do que imaginei.
Dias mais tarde minha mãe faleceu de um infarto fulminante, tudo foi tão rápido, não pude fazer nada. Depois de algum tempo recebi um envelope com cópia de um cheque do restaurante de onde havíamos jantado minha mãe e eu, e uma nota que dizia:
"O jantar que teríamos paguei antecipado, estava quase certa de que poderia não estar ali, por isso paguei um jantar para ti e para tua esposa. Jamais poderás entender o que aquela noite significou para mim. Te amo".
Nesse momento compreendi a importância de dizer a tempo: "EU TE AMO" e de dar aos nossos entes queridos o espaço que merecem.

 
Autor desconhecido

A importância de dizer: EU TE AMO

Fonte:google imagens


Depois de 21 anos de casado, descobri uma nova maneira de manter viva a chama do amor.
Há pouco tempo decidi sair com outra mulher. Na realidade, foi idéia da minha esposa.
- Você sabe que a ama - disse-me minha esposa um dia, pegando-me de surpresa. A vida é muito curta, você deve dedicar especial tempo a essa mulher.
- Mas, eu te amo - protestei à minha mulher.
- Eu sei. Mas, você também a ama. Tenho certeza disto.

A outra mulher, a quem minha esposa queria que eu visitasse, era minha mãe, que já era viúva há 19 anos, mas as exigências do meu trabalho e de meus 3 filhos, faziam com que eu a visitasse ocasionalmente.
Essa noite a convidei para jantar e ir ao cinema.
- O que é que você tem? Você está bem? - perguntou-me ela, após o convite. (Minha mãe é o tipo de mulher que acredita que uma chamada tarde da noite,ou um convite surpresa é indício de más notícias.)
- Pensei que seria agradável passar algum tempo contigo! - Respondi a ela.
- Só nós dois. O que acha?
Ela refletiu por um momento.
- Me agradaria muitíssimo - disse ela sorrindo.
Depois de alguns dias, estava dirigindo para pegá-la depois do trabalho, estava um tanto nervoso, era o nervosismo que antecede a um primeiro encontro.
E que coisa interessante, pude notar que ela também estava muito emocionada. Esperava-me na porta com seu casaco, havia feito um penteado e usava o vestido com que celebrou seu último aniversário de bodas. Seu rosto sorria e irradiava luz como um anjo.
- Eu disse a minhas amigas que ia sair com você, e elas ficaram muito impressionadas. - comentou enquanto subia no carro.
Fomos a um restaurante não muito elegante, mas, sim, aconchegante. Minha mãe se agarrou ao meu braço como se fosse "a primeira dama".Quando nos sentamos, tive que ler para ela o menu. Seus olhos só enxergavam grandes figuras.
Quando estava pela metade das entradas, levantei os olhos; mamãe estava sentada do outro lado da mesa, e me olhava fixamente. Um sorriso nostálgico se delineava nos seus lábios.
- Era eu quem lia o menu quando você era pequeno - disse-me.
- Então é hora de relaxar e me permitir devolver o favor - respondi.
Durante o jantar tivemos uma agradável conversa; nada extraordinário, só colocando em dia a vida um para o outro. Falamos tanto que perdemos o horário do cinema.
- Sairei contigo outra vez, mas só se me deixares fazer o convite – disse minha mãe quando a levei para casa.
E eu concordei.
- Como foi teu encontro? - quis saber minha esposa quando cheguei aquela noite.
- Muito agradável. Muito mais do que imaginei.
Dias mais tarde minha mãe faleceu de um infarto fulminante, tudo foi tão rápido, não pude fazer nada. Depois de algum tempo recebi um envelope com cópia de um cheque do restaurante de onde havíamos jantado minha mãe e eu, e uma nota que dizia:
"O jantar que teríamos paguei antecipado, estava quase certa de que poderia não estar ali, por isso paguei um jantar para ti e para tua esposa. Jamais poderás entender o que aquela noite significou para mim. Te amo".
Nesse momento compreendi a importância de dizer a tempo: "EU TE AMO" e de dar aos nossos entes queridos o espaço que merecem.

 
Autor desconhecido

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

SOS paz


Fonte: google imagens

Sexta-feira nebulosa esta. Por aqui há um clima de tensão no ar.
A capital capixaba sofre com uma greve de ônibus desde quarta-feira. Hoje a situação se complicou. Usuários do sistema rodoviário revoltados com a greve, interditaram uma das BRs, queimaram 03 ônibus, a polícia conteve a população com bomba de gás. 
Fomos dispensados mais cedo do trabalho.

Pelos noticiários vemos a mídia explorando a situação do Rio de Janeiro, assistimos muito receosos todas as informações.
Vemos táticas de guerra, armamento de guerra, marinha acionada, polícia e bandido em conflito.
Mas o que vemos até agora é a polícia encurralando bandidos, e muito falatório, principalmente da polícia. Falam demais, inclusive de suas táticas. Não é só a população que escuta, os bandidos também, eles têm televisão, rádio, celular e toda a tecnologia que muitos de nós não temos. Com a polícia dando todas as dicas eles saberão se defender muito bem.
Enquanto isso, mais uma vez, a população é que arca com os  prejuízos, seus carros são queimados, as pessoas estão amedrontadas, acuadas, em pânico. Há prejuízos materiais e emocionais.
Há um clima de guerra no ar. Temo pelos muitos moradores de bem que também moram no complexo do Alemãozinho. Temo pelas crianças que ali vivem. Temo pelo que elas testemunharão.
Para elas, o que peço é: SOS paz!
Fonte: google imagens

SOS paz


Fonte: google imagens

Sexta-feira nebulosa esta. Por aqui há um clima de tensão no ar.
A capital capixaba sofre com uma greve de ônibus desde quarta-feira. Hoje a situação se complicou. Usuários do sistema rodoviário revoltados com a greve, interditaram uma das BRs, queimaram 03 ônibus, a polícia conteve a população com bomba de gás. 
Fomos dispensados mais cedo do trabalho.

Pelos noticiários vemos a mídia explorando a situação do Rio de Janeiro, assistimos muito receosos todas as informações.
Vemos táticas de guerra, armamento de guerra, marinha acionada, polícia e bandido em conflito.
Mas o que vemos até agora é a polícia encurralando bandidos, e muito falatório, principalmente da polícia. Falam demais, inclusive de suas táticas. Não é só a população que escuta, os bandidos também, eles têm televisão, rádio, celular e toda a tecnologia que muitos de nós não temos. Com a polícia dando todas as dicas eles saberão se defender muito bem.
Enquanto isso, mais uma vez, a população é que arca com os  prejuízos, seus carros são queimados, as pessoas estão amedrontadas, acuadas, em pânico. Há prejuízos materiais e emocionais.
Há um clima de guerra no ar. Temo pelos muitos moradores de bem que também moram no complexo do Alemãozinho. Temo pelas crianças que ali vivem. Temo pelo que elas testemunharão.
Para elas, o que peço é: SOS paz!
Fonte: google imagens

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Da árdua(e doce) tarefa de ser mãe.


Fonte: google imagens
Fim de tarde.
Sento na mesa, caneta e caderno nas mãos( sou antiga, tenho um caderno de anotações, preciso tocar, ver, riscar o que escrevo).
Tento colocar meus pensamentos em ordem, rever meu dia, escrever uma poesia, ou quem sabe uma crônica.
Mergulho nos meus pensamentos.
Ouço vozes, na verdade gritos.
Eles me chamam à realidade:
- Mãe, você é o quê? Capricórnio?
- Manhêeeeeeeeeeeeeee!       
- Mãe, olha que peixe grande?
- Mãe, quero fazer xixi.
- Mãe, cadê meu chinelo?
Num passe de mágica, a vida me seqüestra.
Risos, choro, grito.
A realidade me põe em xeque-mate.
Mais uma vez me perco.
Ou será que me acho?
Mas já que me perdi, pego o menino ternura à minha frente e disparo um bombardeio de beijos, abraços, cheiros e risos.


Abraço bem apertado o que a vida me oferta: dádiva pura!


Gilmara Wolkartt



Da árdua(e doce) tarefa de ser mãe.


Fonte: google imagens
Fim de tarde.
Sento na mesa, caneta e caderno nas mãos( sou antiga, tenho um caderno de anotações, preciso tocar, ver, riscar o que escrevo).
Tento colocar meus pensamentos em ordem, rever meu dia, escrever uma poesia, ou quem sabe uma crônica.
Mergulho nos meus pensamentos.
Ouço vozes, na verdade gritos.
Eles me chamam à realidade:
- Mãe, você é o quê? Capricórnio?
- Manhêeeeeeeeeeeeeee!       
- Mãe, olha que peixe grande?
- Mãe, quero fazer xixi.
- Mãe, cadê meu chinelo?
Num passe de mágica, a vida me seqüestra.
Risos, choro, grito.
A realidade me põe em xeque-mate.
Mais uma vez me perco.
Ou será que me acho?
Mas já que me perdi, pego o menino ternura à minha frente e disparo um bombardeio de beijos, abraços, cheiros e risos.


Abraço bem apertado o que a vida me oferta: dádiva pura!


Gilmara Wolkartt


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