Fechei as portas por algum tempo. Como me fecho algumas vezes na vida. Algumas vezes entro na minha concha, e fico ali quietinha, escondida, esperando que ninguém me veja. Isso é solidão? Não sei, talvez seja. Mas não é uma solidão sofrida. Ás vezes entramos nas nossas conchas não por medo, mas por proteção. Então é isso, fechei as minhas portas temporariamente por proteção, para não ser percebida, para não ser escarafunchada, para não ser exposta, para me esconder de curiosos, para não ser julgada.
Me recolhi em minha concha até deixar de ser novidade. Acho que já saí do foco. Posso voltar a colocar minha cabeça de fora. Até quando? Talvez até o próximo desconforto.
2 comentários:
Olá, querida Gilmara
Que bacana vc voltar!!!
Escreve tão lindamente suas poesias... não saia mais... deixe o desconforto no lugar onde ele merece... rs...
Bjm de paz e bem
Olá, querida
Vim te avisar que saiu a publicação da sua participação na festa virtual de 2 anos do meu blog e está aqui:
http://www.espiritual-maria.com.br/2013/10/2-anos-do-blog-maria-minha-mae.html
Seja muito abençoada e feliz!!!
Bjm festivo de paz e bem
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Beijos floridos na sua alma
Gilmara