quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

VIVER


Hoje de fato começa o ano para mim.
Retornei hoje ao trabalho.
Hoje foi o primeiro dia de aula do meu filhotinho na escola nova.
Quase chorei ao ve-lo assustado quando o deixei na sala.
Mas viver é se assustar algumas vezes!


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Sombra


No acesso a mim mesma,
Ás vezes me vejo incandescente,
Ás vezes fosca
Ás vezes sombra de mim.

Sombra que me desafia,
Me põe a procura. 
Nessa procura,
Chego até as estrelas
Bailo com elas
Jubilo em mim!

E nessa incandescência fosca
Volto a terra
Sem medo
Com o brilho das estrelas!



terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Tirando o pó do blog

Blog querido,

Eu confesso, te troquei pelo facebook!
Fico por lá futucando a vida alheia, curtindo, lendo... mas não fique com tanto ciúmes, não vou lá todos os dias! Utilizo o face principalmente para postar fotos para os meus irmãos que moram em outras cidades, é uma forma de estarmos mais próximos!
Mas quer saber? Lá também tem muita porcaria, pessoas que postam tudo o que estão fazendo, instantaneamente e aí fico me perguntando, será que elas estão vivendo o momento? Querem viver, ou querem aparecer?
Mas deixo essas questões para outro momento, porque o que eu quero mesmo dizer é que senti sua falta, da sua intimidade, de escrever o que penso, sem meias palavras.
Blog querido, você me estimula muito mais, estimula a minha escrita, a minha criatividade, meu autoconhecimento. Para escrever tenho que me ver, e nesse olhar me revejo, me reescrevo, elaboro minhas vivências.
Além disso, sou pessoa estranha, nunca sei o que comentar no face, tenho medo de ser mal interpretada. Então fico quieta, observo, faço minhas críticas silenciosas, e saio de mansinho. Sinto sua falta e volto.
Porque sinto que está com você, é estar mais perto de mim!
 LOVE, LOVE, LOVE blog querido!

terça-feira, 19 de novembro de 2013



A vida tem corrido numa velocidade estonteante.
Até a minha alma, que é calma por natureza, tem ficado barulhenta.
Já começa a se agitar com todas as programações de fim de ano.
Minha alma tem feito barulhos afetivos.
Minha alma tem andado muito esperançosa.
Minha alma corre ao encontro da fé.
Minha alma tem se deliciado com novas aprendizagens.
Minha alma está se sentindo livre, como pena de anjo.
 Minha alma tem aprendido a se reinventar.
 Minha alma está andando por aí,
fazendo piruetas de felicidade!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

DEUS






Já era noite. Eu estava em pé, debaixo de uma marquise. A chuva caía torrencialmente. Olhei para o céu e vi entre os reflexos de luz, gotas de água que caia como pétalas do céu. Pareciam uma cachoeira em flor. Naquela chuva, encharcada de água no meio da rua, eu vi o poder de Deus.
Do meu coração brotou uma canção de agradecimento e dos meus lábios ecoaram a canção que ressoava de mim como uma verdadeira oração:

“Senhor meu Deus,
Quando eu maravilhado
Fico a pensar nas obras de Tuas mãos
No céu azul de estrelas, pontilhado
O Teu poder mostrando á Criação
Então minh'alma canta à Ti, Senhor
Grandioso és Tu, Grandioso és Tu (2x)

Quando eu medito
Em Teu amor tão grande
Teu filho dando ao mundo pra salvar
Na cruz vertendo seu precioso sangue
Minh'alma pôde assim purificar
Então minh'alma canta à Ti, Senhor
Grandioso és Tu, Grandioso és Tu (2x)
 
 
 
Deus está onde nosso coração vê! Que você possa ver Deus em todos os momentos de sua vida! Que sua semana seja linda!
 
Gd beijo

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Ei! Voltei!


 
Fechei as portas por algum tempo. Como me fecho algumas vezes na vida. Algumas vezes entro na minha concha, e fico ali quietinha, escondida, esperando que ninguém me veja. Isso é solidão? Não sei, talvez seja. Mas não é uma solidão sofrida. Ás vezes entramos nas nossas conchas não por medo, mas por proteção. Então é isso, fechei as minhas portas temporariamente por proteção, para não ser percebida, para não ser escarafunchada, para não ser exposta, para me esconder de curiosos, para não ser julgada.
Me recolhi em minha concha até deixar de ser novidade. Acho que já saí do foco. Posso voltar a colocar minha cabeça de fora. Até quando? Talvez até o próximo desconforto.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013



Ouvir gritos histéricos de euforia e ser agarrada em pleno restaurante lotado não tem preço!
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